19/02/2011

PNEUMATOLOGIA

A Pneumatologia é a doutrina teológica que trata da natureza da ação, da obra do Espírito Santo e de Sua relação com o universo, o homem, e particularmente, o cristão.
CONCEITUAÇÃO
Pneumatologia é um termo composto derivado do grego que significa o estudo do Espírito Santo.
- Pneuma (Pneuma) = Espírito, Vento.
- Logia  (Logoj) = Estudo.


O Espírito Santo foi criado por Deus?
Ele sempre existiu, mesmo antes da criação da terra, antes da criação dos homens ... O Pai é Deus, o Filho é Deus e o Espírito Santo é Deus, ...
A Deidade do Espírito Santo.
1 - Pelos Nomes Divinos.
a) Deus, At 5.3,4.
b) Senhor,  2 Co 3.18;  At 28.25,26; cf.  Is 6.8,9.
2 - Pelos Atributos Divinos.
a) Eternidade,  Hb 9.14.
b) Onisciência, 1 Co 2.10,11; Jo 14.26; 16.12.13.
c) Onipotência, 1 Co. 12.11.
d) Onipresença,  Sl 139.7-10.
3 - Pelas Obras Divinas.
a) Criação, Sl 104.30; Jó 33.4.
b) Autoria da Palavra Profética, 1 Pe 1.11; 2 Pe l.21; 2 Sm 23.2,3.

4 - Pela Participação do Espírito Santo na Trindade.
a) Na comissão,  Mt 28.19.
b) Na administração da Igreja,1 Co 12.4-6.
c) Na Benção Apostólica, 2 Co 13.13.
d) Na Declaração Bíblica, Ef 4.4-6; 1 Jo. 5.7.
O Espírito Santo é Deus, sempre existiu e nunca terá fim.
 A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
A - Em Relação ao universo:
1- A criação, Sl 33.6; Jó 33.4.
2-  A restauração e preservação, Gn 1.2: Sl 104.29,30; Is 40.7.
B - Em Relação a humanidade:
1 – Convence, Jo 16.7-11.
2 - Produz salvação.
C - Em Relação ao  cristão o Espírito Santo:
1- Batiza, Jo 1.32-34; 1 Co 12.12,13; At 1.5.
2- Habita, 1 Co 6.5-19; Jo 14.17;  Rm 8.9; 2 Tm 1.14; 1 Jo 2.27:3, 24; Ez 2.27; Ap 3.20.
3- Capacita, 2 Co 3.5; Ef 3.16.
4- Guia, Rm 8.14.
5- Liberta,  Rm 8.2.
D - Em Relação a Cristo:
1 - Concebido pelo Espírito Santo,  Lc 1.35; Mt 1.20.
2 - Ungido pelo Espírito Santo, At 10.38, Is 61.1; Lc 4.14,18.
3 - Guiado pelo Espírito Santo, At 4.1; Mc 1.12.
4 - Cheio do Espírito Santo, Lc 4.1; Jo 3.34.
5 - Realizou seu ministério no poder do Espírito Santo, Lc 3.22; 4.18,19.
6 - Ofereceu-se em sacrifício pelo Espírito Santo, Hb 9.14; Ef 5.2.
7 - Ressuscitou e ascendeu pelo Espírito Santo, Rm 8.11; Ef 1.20.

E - Em Relação ao cânon
1- Autoria, 2 Pe 1.20,21; 3.15,16; 2 Tm 3.16; Jo 16.13;
2- Interpretação, Ef 1.17; 1 Co 2.9-14; Jo 16.14-16;

F - Em Relação ao Antigo Testamento
1 - O Espírito de Deus estabelece a ordem no caos, Gn 1.2.
2 - O Espírito de Deus dá vida ao homem, Sl 104.28-30.
3 - Diversos poderes foram conferidos ao homem pelo Espírito Santo: nos casos de Sansão e Jefté,  Jz 11.29; 14.6.
4 - O Espírito Santo foi quem deu aos profetas o poder de Deus: não aos homens em geral , mas a certos homens, Êx 31.2-5.
5 - O Espírito Santo foi quem deu aos profetas o poder de revelar a verdadeira vontade de Deus, Ez 2.2; 8.3.
6 - O caráter moral e espiritual do homem é atribuído ao Espírito Santo, Is 63.10.  Foi aproximadamente nessa época que o Espírito de Deus começou a ser chamado de Espírito Santo.
7 - O Espírito Santo havia de ungir o Messias, Is 11.1-15; 42.1-3.
8 - A vinda do Espírito Santo nas profecias, Jl 2.28,29.

G- Em Relação ao Novo Testamento
1 - O Espírito Santo nos Evangelhos.
a) Jesus foi concebido pelo poder do Espírito Santo, Lc 1.35;
b) Jesus encheu-se do Espírito Santo por ocasião do Batismo. Lc 3.21, 22;
c) Jesus foi guiado pelo Espírito Santo, Lc 4.18;
d) Jesus expulsou demônios pelo poder do Espírito Santo, Mt 12.28;
e) Jesus apontado por João como aquele que havia de batizar com o Espírito Santo, Mt 3.11; At 2.4;
f) Jesus foi levado ao deserto pelo Espírito Santo, Mt 4.1,2;
g) Jesus ofereceu-se em sacrifício na cruz pelo poder do Espírito Santo, Hb 9:14;
h) Jesus foi ressuscitado pelo poder do Espírito Santo; Rm 1.4;
2 - O Espírito Santo no Atos dos Apóstolos
a)  No dia de Pentecostes, At 2.1-7.
b)  Na reunião da Igreja, At 4.31.
c) Na vida de Pedro, At 5.3,9;10. 44.
d)  Na instituição dos Diáconos, At 6.3.
e)  Na vida de Estevão, o 1º mártir, At 6.8.
f) Na vida de Felipe, At 8.5-8,29,39.
g)  Na conversão de Paulo, At 9.4,17.
h) Na escolha dos primeiros missionários, At 13.1-4.
3 - O Espírito Santo na Epístolas:
Todas as Epístolas foram inspiradas pelo Espírito Santo, sem exceção, pois nelas notamos a ação direta do Espírito de Deus sobre a vida de seus escritores, porque jamais poderiam escrever tão uniformemente se não fosse o Espírito lhes dirigindo a mente.
III- O ESPÍRITO SANTO E A IGREJA
A - Batismo no Espírito Santo:
1 - Significado
a) Revestimento de poder, Lc 24. 49; 2 Tm 4.17; At 1.8;
b) Imersão na Igreja, Jo 1.32-34; 1 Co 12.12,13;
c) Plenitude espiritual, Ef 5.18;
2- Promessa, Jl 2.29; Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; Jo 1.33; At 2.16,17;

B - Os Dons do Espírito Santo (1 Co 12. 1-11).  “Os Dons espirituais são meios pelos quais o Espírito revela o poder e a soberania de Deus, através de instrumentos humanos, que os recebem  bem e bem usam” Eurico Bergstén.
Vem do grego CHARISMA (Carisma) = DOM e PNEUMATIKA (Pneumátika) = DO ESPÍRITO.
Os Dons serão apresentados de acordo com a classificação e não na ordem relacionados pelo apóstolo Paulo na 1ª Epístola aos Coríntios capítulo doze.
1 - Dons de Revelação
a) Palavra de Sabedoria (1 Co 12.8a): “É uma palavra (uma proclamação, uma declaração) de sabedoria, dada por Deus através da revelação do Espírito Santo, para satisfazer a necessidade de solução urgente de um problema particular”.
b) Palavra do Conhecimento (1 Co 12.8b): “É a revelação sobrenatural de algum fato que existe na mente de Deus, mas que o homem, devido às suas naturais limitações, não pode conhecer, a não ser que o Espírito Santo lhe revele. Torna o homem participante da onisciência de Deus”.
c) Discernimento de Espírito (1 Co 12.10c.): “Através deste dom, Deus revela ao crente a fonte e o propósito de toda e qualquer forma de poder espiritual”.
2 - Dons de Poder
a) Dons de curas (1 Co 12.9b).   No grego, tanto o Dom (curar), como o seu efeito, está no plural, o que dá a entender que existe uma variedade de modos na operação deste Dom.
b) Operação de Milagres (1 Co 12.10a): Ambas palavras aparecem no original grego, no plural, o que sugere que há uma variedade de modos de milagres e atos de poder. Por milagres e maravilhas, entende-se todo e qualquer fenômeno que altera uma lei preestabelecida.

c) Fé (1 Co 12.9a): O Dom da fé traduz uma fé especial e sobrenatural, verdadeiro apelo a Deus no sentido de que Ele intervenha, quando todos os recursos humanos se têm esgotado.
3 - Dons de Inspiração
a) Variedade de Línguas (1 Co12.10d):  É a expressão falada e sobrenatural de uma língua nunca estudada pela pessoa que fala.
- Promessa: Mc 16.17.
- Utilidades: 1 Co 12.22,23 cf  Tg 3.4 –12;  Pv 18.21; Tg 1.26.
* Falar a Deus: 1 Co14.2.
*             Auto Edificação: 1 Co 14.4.
*             Auxílio a Oração: 1 Co 14.14.
*             Complementação ao Culto: 1 Co 14.26.

- Advertências quanto ao uso:
* Para edificação, 1 Co 14.5-12.
* Com interpretação, 1 Co 14.13.
Para edificar a mente, 1 Co 14. 14-20.
Como sinal, 1 Co 14.22.
* Quando e como usar, 1 Co 14.23-28.
* Não se deve proibir, 1 Co 14.39.
* Com decência e ordem, 1 Co 14.40.

b) Interpretação de Línguas (1 Co 12.10e): Este é o único Dom cuja função ou existência depende de outro Dom, 1 Co 14.5.
c) Profecia (1 Co 12.l0b):  É uma manifestação do Espírito de Deus e não da mente do homem e é concedida a cada um  visando a um fim proveitoso.
-Objetivo, 1 Co 14.1,3,4.
-Qualidade Superior, 1 Co. 14.5.
-Abrangência, 1 Co. 14.31.
-Critério, 1 Co. 14.29,30.
-Advertência, 1 Co. 14.32,33,37.
C - O Fruto do Espírito Santo  (Gl 5.22.23): São todas as características da vida de Cristo que podemos ouvir e ver através das suas Palavras e Ações.
1 - Amor: O Dom maior de Deus (1 Jo 4.8; Rm 5.5). Há quatro palavras básicas referentes a amor na língua grega:
a) Eros (Eroj) (Sensual) Físico: afeição física, amor sensual. Este não é usado nas Escrituras.
b) Storge (Storge) (Social) Familiar: Amor Social, como o amor pela nossa família, comunidade ou País. Somente o adjetivo amor fraternal é encontrado nas Escrituras (Rm 12.10).
c) Philia (Filia) (Emocional) Amizade: Amor emocional baseado no prazer recebido de um relacionamento. É encontrado somente 22 vezes nas Escrituras em sua forma verbal.
d) Ágape (Agape) (racional, volitivo) - divino (1 Co 13): Afeição nobre. O amor devocional e volitivo baseado no caráter do sujeito que ama e no valor do objeto amado. Este termo é muito comum nas Escrituras. O substantivo é encontrado 113 vezes e o verbo 135 vezes. É um amor forte, compassivo, incondicional, que se expressa pelo envolvimento voluntário de uma pessoa nos negócios de outra, sem nada querer em troca (Rm 5.5; Ef 5.2; Cl 3.14;). Este termo assume um significado muito mais aprofundado e divino pelo seu uso na Bíblia. Origina-se em Deus e termina com o homem. É o amor que envolve a razão, uma escolha, e um sacrifício altruístico. É incondicional, universal, e eterno. É algo que dá, perdoa e redime. A melhor ilustração desse amor encontra-se na parábola do bom Samaritano (Lc.10.30-37).
2 - Alegria: A força do Amor (Pv 15.13,14; 1 Ts 1.6 ; Ef 5.18-21; 1 Tm1.11; Rm 14.17): A palavra grega referente a alegria é “CHARA” (Xara). A forma verbal “CHAIREN” (Xairen), significa “alegrar-se” ou “que a alegria seja contigo” (Lc 1.28; Mt 28.9; Tg 1.1). CHARA significa enorme prazer interior. A alegria cristã não é uma emoção artificial. Antes é uma ação do Espírito Santo na vida do ser humano. É a alegria fundamentada num relacionamento constante com Deus.
Quando temos Jesus em nossos corações, temos a verdadeira alegria dentro de nós.A alegria do Senhor está sempre conosco, independente de como nos sintamos (2 Co 6.10).
3 - Paz : A segurança do Amor (Rm 14.17; Fp 4.9; 2 Ts 3.16): Derivada da palavra grega “EIRENE” (Eirene), paz significa “um senso de segurança durante a tempestade”. É também “ausência de conflito mental”, e “um sentimento de descanso e contentamento”.
Estamos em paz quando estamos no relacionamento correto com Deus, com os outros e com a nossa própria vida.A paz cresce dentro de nós á medida em que firmamos os nossos olhos em Jesus.É a paz de Deus em operação em nós que traz o equilíbrio e a ordem a todas as áreas de nossas vidas (Cl 3.15; Fp 4.7).
4 - Longanimidade ou Paciência: A perseverança do Amor (2 Pe 3.15; 1 Pe 3.20): A palavra grega referente a Longanimidade é “MACROTHUMIA” (Makroqumia). Significa literalmente “Temperamento Longo” - Onde temperança refere-se a um estado de mente calma e controlada. Significa, ainda, “suportar por longos períodos de tempo as deficiências dos outros”, ser perseverante, tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2 Tm.3.10; Hb 12.1). Consiste em suportar as fragilidades e provações alheias, suportando igualmente todas as tribulações e dificuldades da vida, sem murmurações e rebeldias.
Longanimidade é esperar com fé, esperança e Amor que a vontade de Deus seja realizada numa dada situação. É a força para ficarmos firmes quando o chamado de Deus em nossas vidas está sendo dolorosamente testado através dos problemas e dificuldades.
5 - Benignidade: A conduta do Amor (Lc 6.35; Rm 2.4; Sl 5.7): A palavra grega referente a benignidade é “CHRESTOTES” (Xrestotej). Ela, retrata um cuidado especial e um interesse pelos outros. É uma atitude afável que coloca as pessoas à vontade e as protege dos sofrimentos.
Benignidade é a qualidade de ser suave no falar, de temperamento calmo. Aquele que possui esta qualidade não se mostra inflexível e exigente para com seus semelhantes (Ef 4.32; Cl 3.12; 1 Pe 2.3). Nas Escrituras a Benignidade geralmente está relacionada com o perdão.
6 - Bondade : O caráter do Amor (Ef 5.9; Na l.7; Ed 3.11): Bondade vem do termo grego “AGATHOSUNE” (Agaqosune). É um termo genérico para a excelência ou alta qualidade. A bondade pessoal, como é definida através do seu uso nas Escrituras, tem duas partes importantes: Uma delas é o caráter, e a outra é a conduta. O que somos e o que fazemos; As nossas atitudes e as nossas ações. É o ato de ser bom, virtuoso, devotado e generoso. É o estado ou qualidade de ser benéfico, agradável e prazeroso.
O homem natural tem uma natureza má, porém a medida que cresce em Cristo e anda dia a dia, momento a momento, sob a direção do Espírito Santo, o amor bondoso que é característica do fruto do Espírito, torna-se mais e mais evidente em sua vida.
A bondade é uma qualidade cristã que se desenvolve na proporção da maturidade em Cristo.
7 - Fidelidade: A conduta do Amor (1 Co 1.9; 1 Ts 5.24; 2 Co 1.18): Fidelidade vem do grego “PISTIS” (Pistij). É o mesmo termo de onde obtemos também a palavra Fé. As duas palavras estão associadas. Há algumas diferenças, no entanto, entre estas palavras, as quais são vistas através do contexto ou cenário em que se encontram.
A fidelidade é usada quando as Escrituras se referem ao fato de sermos confiáveis, responsáveis e, acima de tudo, mais leais. Significa que somos dignos de confiança. Fidelidade significa uma confiança baseada em ouvir falar, é a qualidade ou estado de aderir firmemente a uma pessoa, causa ou idéia, à qual se está vinculado (Mt 23.23; Rm 3.3; l Co 4.2; 2 Tm 6.12; Tt 2.10).
8 - Mansidão: A humildade do Amor (2 Co 10.1): A palavra grega referente a mansidão é “PRAUTES” (Prautej) que significa a qualidade de ser paciente ao receber injurias; a disposição de ficar em segundo lugar. É moderação associada a força e a coragem. Ela combina as qualidades da força e da docilidade, e muito mais (2 Tm 2.24,25; l Pe 3.15).
Em relação a Deus, é aquele temperamento do Espírito no qual aceitamos os tratos divinos como bons e sem discussão ou ressentimento. Com relação as pessoas a palavra “PRAUTES” era usada para se descrever as pessoas que eram benignas e dóceis na conduta, mas que se achavam em posição de poder e autoridade (Nm 12.3; 2 Co 10.1). A mansidão é primeiramente uma atitude interior de submissão e confiança para com Deus. Através desta fonte de força podemos falar e agir quando devemos e da maneira em que devemos, como também permanecer em silêncio e esperarmos, quando esta estiver na vontade e no propósito de Deus.
9 - Domínio Próprio, Temperança, Auto-Controle - A vitória do Amor (Tg 3.2):  A palavra grega referente a auto-controle é “ENKRATEZA” (Enkrateza), “EN” significa “DENTRO” e “KRATOS” significa “FORÇA”. Os dois termos se referem a um poder dominador que procede de dentro, um controle interior. A natureza deste controle será determinada pelo que ou por quem estiver no trono das nossas vidas.Esta característica do fruto do Espírito, o auto-controle, refere-se claramente no controle, negação e disciplina da vida do nosso ego.  É moderação nos apetites e opiniões. É auto-controle na conduta; domínio sobre os nossos próprios desejos, inclusive fidelidade aos votos conjugais; também pureza (1 Co 7.9; 9.25; Tt l.8; 2.5; Pv 16.32; 25.28).
Auto-controle é um espírito de equilíbrio. Devemos ser equilibrados em cada área de nossas vidas. Devemos tomar cuidado com o que lemos, ouvimos e vemos.
A vida do ego controlada pelo Espírito é o único caminho para a verdadeira liberdade.Aristóteles disse: “A vitória mais difícil é a vitória sobre o eu”.
Domina-te a ti mesmo. Enquanto não tiveres conseguido isso, serás apenas um escravo” - Robert Burton.
CONCLUSÃO
Esta doutrina teológica precisa ser entendida, não somente estudada, para podermos viver de acordo com a vontade e direção de Deus.
Portanto, resta-nos empenharmos toda a dedicação à leitura e reflexão acerca deste ser divino, que é o Espírito Santo.

Com certeza,o Espirito Santo sera arrebatado junto com os servos de Cristo no 1º arrebatamento,por isso que sera tão dificil conseguir se salvar no 2º arrebatamento,pq o Espirito Santo não estara mais aqui,e vc ter a que vencer com as suas forças.Imagina,hj temos o Espirito Santo de Deus para nos ajudar nessa batalha e ainda esta dificil,imagina qd ele não estiver mais aqui....é,ore e vigie,para que no dia que Jesus vier, estejamos  preparado para ser arrebatado junto com ele.
Por que o Espírito Santo é o pai da sabedoria?
Sendo o Espírito Santo o próprio Deus, devemos crer que Ele é sábio e poderoso, pois , Deus é. (Pv 12:13).
162- Por que o Espírito Santo é uma Pessoa?
Todos os atributos de uma pessoa são, pela Bíblia atributos ao Espírito Santo.
1 - Pronomes pessoais aplicados ao Espírito Santo.  Jo15.26; 16.7,8,13,14.
2 - Características pessoais atribuídas ao Espírito Santo.
a) Inteligência (1 Co 2.10,11 ; Rm 8.27).
b) Vontade (1 Co 12.11).
c) Sentimentos
- Amor (Rm 15.30).
- Tristeza (Ef 4.30)
- Bondade (Ne 9.20)
3 - Atividades pessoais atribuídas ao Espírito Santo.
a) Ensinar, Jo 14.26.
b) Lembrar,  Jo 14.26.
c) Perscrutar, 1 Co 2.10.
d) Falar, Ap 2.7; Gl 4.6; At 13.2.
e) Testificar, Rm 8.16;  Jo 15.26.
f) Interceder, Rm 8.26.
g) Guiar ou conduzir, Rm 8.14; Jo 16.13; At 16.6,7.
h) Chamar ou comissionar, At 13.2;  20.28.

4 - O uso de tratamento pessoal para com o Espírito Santo.
a) Rebelar-se contra o Espírito Santo, Is 63.10.
b) Entristecê-lo,  Ef 4.30.
c) Mentir, At 5.3.
d) Blasfemar Mt 12.31,32.
e) Resistir, At 7.51.

Como que o Espírito Santo convence do pecado,do Juiz e da justiça?


1 – Convence, Jo 16.7-11.
2 - Produz salvação.
Coloca o amor de Deus aos corações endurecidos. Produz no coração do homem a retidão, levando ao conhecimento das verdades bíblicas e sua obediência ás mesmas.




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