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01/11/2020

Débora, juíza e profetisa de Israel

Débora ocupa um lugar de destaque nas Escrituras. Foi uma profetisa -- também era mulher casada com Lapidote e juíza em Israel. Ela foi uma exceção à regra, mas a exceção comprova a regra. Seu “Tribunal” ficava debaixo de uma palmeira, entre Rama e Betel no território de Efraim, a tribo líder do norte. Os juízes antigos julgavam as questões do povo junto às portas das cidades, ou num lugar público e determinado, e todos iam ali levar as suas queixas e receber as decisões, que eram inapeláveis. Não havia os rigores modernos de uma judicatura pomposa e custosa. Tudo era muito simples. De qualquer maneira temos agora uma mulher feita juíza em Israel.

O Cântico de Débora (5.1-32).
É a peça literária mais antiga e a mais famosa que nos veio dos velhos tempos. A juíza e profetisa era também poetisa. Mulher admirável. Os críticos da Bíblia param junto deste monumento literário, para render suas homenagens a uma mulher israelita. Este cântico, escrito sem dúvida por ela mesma, foi preservado integralmente, até ao tempo quando foi redigido o livro de Juízes e foi incorporado ao mesmo. Além de reter um dos períodos mais críticos da experiência israelita, dá-nos a medida da cultura de uma época tida como Idade Média dos Judeus.
Débora nos ensina que devemos despertar do sono da indolência e do conformismo.
“Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico; levanta-te Baraque, e leva presos os teus cativos, tu, filho de Abinoão” (Jz 5.12).
Jabim, rei de Canaã, oprimia os israelitas por 20 anos. Eles eram temidos por suas 900 carruagens de ferro (Israel deveria ter destruído esse povo no passado). Somente depois de 20 anos de opressão, foi que o povo de Israel resolveu clamar ao Senhor. Eles não confiavam no Senhor e sim em suas próprias forças.
A confiança no homem era tão grande que Baraque disse para Débora: “Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei” (v.8).
Mas, Débora confiava na força divina e não na humana: “Por ventura o Senhor Deus de Israel não deu ordens?” (v.6)
Precisamos sair do estado de inércia, apatia, indiferença, inatividade para começarmos agir. O despertar na Bíblia tem o sentido de readquirir força. Despertar é agir na força do Senhor!
Elias em seu desânimo disse: “Ó Senhor, toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (…) “O anjo tocou-o e disse: Levanta-te e come (…) porque te será muito longo o caminho” (v.7). (…) com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites (v.8).
“Levantai-vos, e andai porque não será aqui o vosso descanso, por causa da corrupção que destrói” (Mq 2.10).
“Já é hora de despertarmos do sono!” “A noite é passada’. É de noite que se dorme. “E o dia é chegado” – É hora de acordar!

QUAL O CONTEXTO HISTÓRICO E RELIGIOSO DESSA ÉPOCA:
Período de incerteza, por causa da rebeldia do povo que já estava em um ciclo vicioso (serviam a Deus – caíam na idolatria – eram escravizados – clamavam a Deus – eram libertos – serviam a Deus – recaíam na idolatria…).Este período nos revela o declínio espiritual e moral das tribos, após se estabelecerem na terra prometida, nos deixando claro as desavenças que o povo de Israel sofria quando se esquecia do concerto do Senhor, procurando servir a outros deuses.


AS CARACTERÍSTICAS DO CARÁTER DE DÉBORA:
1. Possuía habilidades especiais como mediadora, conselheira e consultora (Jz 4:4)
2. Chamada para liderar, dispôs-se a planejar, dirigir e delegar (Jz 4:9,14)
3. Determinada e audaciosa (Jz 4:6,9)
4. Era sensível à voz do Senhor e mantinha íntima comunhão com Ele (Jz 4:6,14)
5. Possuía amor altruísta pelos seus irmãos e compatriotas (Jz 5:7)
6. Reconhecia a Deus como o segredo de suas conquistas (Jz 5: 12, 13).

A vida de Débora nos ensina grandes lições, mostrando- nos que devemos estar sempre disponíveis ao serviço do Senhor e do nosso próximo, excluindo de nossa vida o individualismo que tanto impede a comunhão entre os irmãos, a confiar no Senhor sem reservas, dando o melhor de nós na sua causa, mantendo acima de tudo uma íntima comunhão com Deus que era o segredo mais profundo do sucesso de Débora.


05/08/2019

Sinais da Volta de Cristo


Sinais da Volta de Cristo


Estando com os discípulos no monte das Oliveiras, Jesus ouviu deles a seguinte pergunta: 
“Que sinal, haverá da Tua vinda e da consumação do século?” (Mt 24:3). 

O Mestre, então, enumerou vários sinais indicadores do Seu retorno à Terra. Alguns dos sinais apresentados tiveram cumprimento inicialmente em Jerusalém, e serviram como “maquete” ilustrativa dos acontecimentos do fim.

Você conhece a relação entre a árvore, a grávida e o ladrão? 

Bíblia explica facilmente:


• A figueira: Aponta para a proximidade da volta de Cristo: “Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas” (Mateus 24:32, 33).

• Mulher grávida: Indica que os sinais se intensificam, ficam mais frequentes e garantem a certeza do acontecimento: “como as dores de parto àquela que está grávida; de modo nenhum escaparão” (1 Tessalonicenses 5:2-4).

• O ladrão: Aos despreparados, Jesus virá de modo repentino: “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite. Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição” (1 Tessalonicenses 5:2-4).

Quais são os sinais da volta de Cristo? Eles se apresentam nas seguintes áreas:


POLÍTICA


• Guerras e terrorismo (Mateus 24:6, 7).
• Corrupção e ganância (Tiago 5:1-4).

NATUREZA


• Terremotos (Mateus 24:7).
• Escurecimento do Sol e Lua “em sangue” - 19/05/1780 (Mateus 24:29; Apocalipse 6:12).
• Queda das estrelas - 13/11/1833 (Mateus 24:29; Apocalipse 6:13).
• Grandes calamidades (Lucas 21:10, 11).

SOCIEDADE


• Fome e epidemias (Lucas 21:11).
• Maldade no coração e nas ações do ser humano (2 Timóteo 3:1-4).

TERREMOTOS


Fazendo um breve comparativo: no século 19 ocorreram 41 grandes terremotos, diferentemente do século 20, quando houve mais de 100 grandes terremotos. Em janeiro de 2010, um terremoto no Haiti matou cerca de 200 mil pessoas, mesmo número estimado pelo tsunami causado por um terremoto nas redondezas da Indonésia em dezembro de 2004.

GUERRAS 


Calcula-se que cerca de 60 milhões de pessoas
entre militares e civis, morreram nas duas grandes guerras mundiais, número absurdamente maior que no século anterior, o século XIX.

FOME 


Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), existe hoje quase um bilhão de pessoas cronicamente desnutridas no mundo.

CRISE DA “FÉ” 


Embora a Bíblia ensine sobre a existência de apenas dois caminhos - o certo e o errado, hoje existem cerca de 35.000 religiões cristãs pregam coisas discrepantes da Palavra de Deus.

6 Enganos fim do mundo

MALDADE


Segundo um estudo, no Brasil, nos últimos 25 anos, ocorreram 794 mil homicídios, o que representa um crescimento de 5,6% nesse mesmo período. A tendência é que esses números aumentem a cada dia.

PERGUNTAS PRÁTICAS


1. Que sinais seriam vistos no MUNDO SOCIAL antes da volta de Cristo?


Mateus 24:6, 7, 10; 2 Timóteo 3:1-4

Ouvireis falar de _____________________ e ____________________ de__________, nação contra , e haverá _______________________ em vários lugares.

2. Que três grandes sinais no MUNDO NATURAL indicam a proximidade da volta de Jesus? Mateus 24:7, 29 

Terremotos,
2) escurecimento do Sol e da Lua (19/05/1780),
3) queda de ____________________ (13/11/1833). 

Os sinais que matam pessoas indicam que Satanás está agindo na natureza.

3. Que sinais seriam vistos no MUNDO RELIGIOSO antes da volta de Cristo? Mateus 24:4, 5, 11, 24


Haverá falsos ____________________ e falsos_________. O engano será baseado em sinais e___________. A iniquidade será multiplicada (Mt 24:11; 1J0 3:4).
falsos_________. O engano será baseado em sinais e___________. A iniquidade será multiplicada (Mt 24:11; 1J0 3:4).

a) Qual é a motivação dos falsos profetas, ao pregarem a Bíblia? 2Pe 2:1-3


( ) Amor ao próximo. ( ) Avareza. ( ) Amor a Deus.


 Além desses, que importante sinal foi mencionado por Cristo? Mateus 24:14



A pregação do evangelho verdadeiro em ______________ o

5. Paulo fala de “outro evangelho” que está sendo pregado (Gálatas 1:6). O que fazer para não ser enganado? 2 João 4:1


Devo ___________________ se o ensino está de acordo com a Palavra de

6 Tempos dificeis

Como elaborar esboços de sermões

Como elaborar esboços de sermões
 Os esboços de pregação não têm uma forma rígida. Podem variar muito, mas aqui vão algumas dicas que podem servir como base para sua elaboração. A estrutura do esboço é a mesma da pregação. O esboço será então um roteiro para o pregador não se perder durante a pregação, ou mesmo para não se esquecer dos pontos mais importantes da mensagem. Em outras palavras, é um mapa com alguns pontos de referência. Em resumo, o esboço PODERÁ ter: 1- Tema da mensagem 2- Texto base 3- Introdução 4- Tópico 1 5- Tópico 2 6- Tópico 3 - Ilustração (?) 7- Conclusão Vamos analisar cada parte. Tema da mensagem - É o titulo do assunto a ser tratado, ou o “nome da mensagem”. Em alguns casos pode-se falar o titulo na hora da pregação, outras vezes não é necessário. Mas, no esboço a gente coloca. É bom para se ter um rumo determinado na mensagem e também facilitar depois a escolha de um esboço entre muitos que se tem guardado. Quem vai pregar deve ter claro o assunto que vai ser tratado. Não basta escolher um versículo e subir ao púlpito. Isso pode até acontecer, e Deus pode usar, mas não deve ser a regra. Pode ser que o pregador comece a falar sobre um assunto e dali mude para outro e para outro, e, no fim, não passou nada de consistente. Então, vamos escolher um tema definido. Por exemplo: "A vinda de Cristo ao mundo" é o titulo de uma mensagem evangelística. Texto base: Toda pregação precisa ter um texto bíblico como base. Este é o fundamento que vai dar autoridade a toda a mensagem. Normalmente, o texto é pequeno: 1 versículo ou 2, ou 3. Raramente se deve utilizar um capitulo todo. Só quando o capitulo estiver todo relacionado ao mesmo assunto. Se eu for falar sobre a oração do Pai Nosso, não preciso ler todo o capitulo 6 de Mateus. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), usaremos o texto de I Timóteo 1.15: "Fiel é esta palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal." A Introdução: É o início da pregação. Existem inúmeras maneiras de se começar uma pregação. Por exemplo: "Nesta noite, eu gostaria de compartilhar com os irmãos a respeito do assunto tal..." ou "No texto que acabamos de ler, temos as palavras de Paulo a respeito da vinda de Cristo ao mundo." Para muitas pessoas, a primeira frase é a mais difícil. Apesar de muitas alternativas, o ideal é que a introdução seja algo que prenda logo a atenção dos ouvintes, despertando-lhes o interesse para todo o restante da mensagem. Pode-se então começar com uma ilustração, um relato interessante sobre algo que esteja relacionado com o assunto da pregação. Um outro recurso muito bom é começar com uma pergunta para o auditório, cuja resposta será dada pelo pregador durante a mensagem. Se for uma pergunta interessante, a atenção do povo estará garantida até o final da palestra. Voltando ao nosso exemplo, poderíamos começar a mensagem perguntando: "Você sabe para quê Jesus veio ao mundo? Nossa mensagem desta noite pretende responder a essa pergunta tão importante para todos nós." Tópicos - Os tópicos são as divisões lógicas do assunto, ou a divisão mais lógica possível. Por exemplo, se o titulo da minha mensagem for "O Maior Problema da Humanidade", eu poderia ter os seguintes tópicos: 1- a corrupção da humanidade; 2 - as conseqüências do pecado; 3 - a solução divina para o homem. A divisão em três tópicos é aconselhável por ser um número pequeno, de modo que o povo tenha facilidade de acompanhar o raciocínio do pregador, sem perder o “fio da meada”. Podemos até mudar esse número, mas o resultado pode ser uma mensagem complexa. Os tópicos devem ser organizados numa ordem que demonstre o desenvolvimento natural do tema, de modo que os ouvintes vão sendo levados a compreender gradualmente o assunto até a conclusão. Em algumas mensagens, os tópicos podem ser argumentos a favor de uma idéia que se quer defender com o sermão. Será bom se eles estiverem organizados de maneira que os mais interessantes ou mais importantes sejam deixados por último, de modo que, a mensagem vai se tornando cada vez mais significativa, mais consistente e mais interessante a cada momento até chegar à conclusão. Se você usar seu melhor argumento logo no início, sua mensagem ficará fraca no final. Em alguns casos, o próprio texto bíblico já tem sua própria divisão, que usaremos para formar nossos tópicos. O texto de I Timóteo 1.15 é assim. Dele tiramos os seguintes tópicos: 1 - Jesus veio ao mundo - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio. 2 - Para salvar os pecadores - Falar sobre diversas idéias que as pessoas têm sobre o objetivo da vinda de Cristo, e qual foi sua real missão. 3 - Dos quais eu sou o principal - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida. Um outro exemplo de divisão natural é João 3.16: 1 - Deus amou o mundo. Falar sobre o amor de forma geral e sobre o amor de Deus. 2 - Deu o seu Filho Unigênito - O amor de Deus em ação. Deus não ficou na teoria. 3 - Para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna - O objetivo da ação de Deus. Esse versículo é riquíssimo. Podemos elaborar várias mensagens dentro dele. É importante prestarmos atenção a esse detalhe. Se tivermos um entendimento muito profundo a respeito de um versículo, é melhor elaborar mais de um sermão do que tentar colocar tudo em um só, fazendo uma mensagem muito longa ou complexa, principalmente quando o texto permitir vários ângulos de abordagem, ou contiver mais de um assunto. Só para termos alguns parâmetros, sugerimos a duração de trinta ou quarenta minutos para um sermão. Já um estudo bíblico pode durar uma hora aproximadamente. É claro que o Espírito Santo pode quebrar esses limites, mas precisamos ter certeza de que é ele mesmo quem está fazendo isso. Ilustrações - Ilustrações são ditados, provérbios (não necessariamente os de Salomão) ou pequenas histórias que exemplificam o assunto da mensagem ou reforçam sua importância. Como alguém já disse, as ilustrações são as "janelas" do sermão. Por elas entra a luz, que faz com que a mensagem se torne mais clara, mais compreensível. Muitas vezes, os argumentos que usamos podem ser difíceis, ou obscuros, mas, quando colocamos uma ilustração, tudo se torna mais fácil para o ouvinte. Existem muitas “historinhas” por aí que não aconteceram de fato e são usadas para ilustrar mensagens. Não há problema em usá-las. Podem ser comparadas às parábolas bíblicas. Entretanto, é importante que o pregador diga que aquilo é apenas uma ilustração. As ilustrações são muito importantes, porque despertam o interesse dos ouvintes, eliminam as distrações e ficam gravadas na memória. Pode ser que, na segunda-feira, os irmãos não se lembrem de muita coisa do sermão de domingo, mas será bem mais fácil lembrar das ilustrações, dos casos contados como exemplo, e, juntamente com essa lembrança, será também lembrado um importante ensinamento. No exemplo da mensagem de I Timóteo, poderíamos usar uma ilustração no tópico 3, mencionando que um doente precisa reconhecer sua doença para ser curado, ou contando um curta história sobre um doente que reconheceu ou não sua doença. Não é obrigatório o uso de ilustrações no sermão. Se não tiver nenhuma, paciência. Normalmente, os próprios relatos bíblicos já ilustram muito bem os assuntos que abordamos. Outro detalhe a se observar: não é bom usar muitas ilustrações na mesma mensagem, pois a mesma perderia sua consistência e seria mais uma coleção de contos. Como dissemos, ilustração é luz, e luz demais pode ofuscar a visão. Conclusão - A conclusão será o ápice da mensagem, o fechamento. Não basta fazer como aquele pregador que disse: "Pronto! Terminei." A conclusão é a idéia ou conjunto de idéias construídas a partir dos argumentos apresentados no decorrer da mensagem. Nesse momento pode-se fazer uma rápida citação dos tópicos, dando-lhes uma "amarração" final. Nessa parte, normalmente se convida para o posicionamento dos ouvintes em relação ao tema. Ainda não é o apelo. O pregador incentiva as pessoas a tomarem determinada decisão em relação ao assunto pregado. Depois desse incentivo, dessa proposta, o assunto está encerrado e pode-se fazer o apelo, se for o caso, e/ou uma oração final. No caso do nosso exemplo (A vinda de Cristo ao mundo), poderíamos concluir convidando os ouvintes a reconhecerem sua condição de pecadores, para que o objetivo da primeira vinda de Cristo se concretize na vida de cada um. Para fechar bem podemos encerrar dizendo que Cristo virá outra vez a este mundo para buscar aqueles que tiverem se rendido ao evangelho. O esboço deve ser o menor possível. Pode-se, por exemplo, usar uma frase para cada parte. Pode haver determinado tópico representado por uma única palavra. O esboço é o "esqueleto" da mensagem. Coloca-se o que for suficiente para lembrar ao pregador o conteúdo de cada divisão. Se uma palavra ou uma frase não forem suficientes, pode-se colocar mais, mas com o cuidado de não se elaborar um esboço muito grande, de modo que o pregador poderia ficar perdido no próprio esboço na hora de pregar. Então, o recurso que deveria ser útil torna-se um problema. Opcionalmente, o pregador pode fazer o esboço, bem pequeno e, em outro papel, fazer um resumo da mensagem. No púlpito, só o esboço será usado. O destino do resumo será o arquivamento. Em outra ocasião, quando o pregador for usar o mesmo sermão, o resumo será muito útil. Se ele tiver guardado apenas um esboço muito curto, este poderá não ser suficiente para lembrá-lo de todo o conteúdo de sua mensagem. Eis aqui o esboço que construímos durante essa explicação: Introdução : Você sabe para quê Jesus Cristo veio ao mundo? Tópico 1 - "Jesus veio ao mundo" - Falar sobre a aceitação geral da vinda de Jesus. Todos crêem que ele veio (até os ímpios). Tópico 2 - "Para salvar os pecadores" - Falar sobre diversas idéias que as pessoas têm sobre o objetivo da vinda de Cristo. Fundar uma religião? Dar um golpe de estado? Ensinar uma nova filosofia de vida? Qual foi sua real missão? Salvar os pecadores. Tópico 3 - "Dos quais eu sou o principal" - Falar sobre a importância do reconhecimento do pecador para que a obra de Cristo tenha eficácia em sua vida. Ilustração: O doente precisa reconhecer sua doença. Conclusão : Uma idéia clara sobre o objetivo da vinda de Cristo. Um reconhecimento pessoal da condição de pecado. Aceitação de Cristo como Salvador. Bons estudos e boas mensagens! APÊNDICE A PREGAÇÃO É aconselhável que o pregador faça um curso de oratória. Entretanto, mesmo não se podendo fazê-lo, o talento e a prática podem desenvolver bastante as habilidades de quem fala em público. A observação de outros pregadores, as críticas construtivas dos ouvintes e algumas dicas de pessoas experientes no assunto poderão ser muito úteis. Vão aqui algumas considerações sobre a pregação: 1 - O domínio do assunto a ser falado é o princípio da segurança do orador. Portanto, estude bem o assunto com antecedência. 2 - Ao falar, evite ficar andando de um lado para outro. Isso cansa as pessoas. O orador pode andar mas não o tempo todo. 3 - Evite repetições excessivas de frases ou palavras. Por exemplo, algumas pessoas falam o "né" no fim de cada frase. Isso cansa e desvia a atenção de quem ouve. 4 - Para não se perder, use um esboço com algumas frases ou palavras que vão ajudá-lo na seqüência da palestra ou pregação. Porém, não é aconselhável que se escreva toda a mensagem para se ler na hora. Isso torna a palestra monótona. Escreva apenas algumas frases norteadoras. 5 - Ao falar não fique olhando apenas em uma direção ou apenas para uma pessoa. Procure ir dirigindo seu olhar para as várias pessoas no auditório. 6 - Falar corretamente é fundamental. Se houver algum problema nesse caso, procure fazer um curso de língua portuguesa. Os termos chulos e as gírias não são admitidos na pregação. 7 - O outro extremo também é problemático. Procure não utilizar palavras muito difíceis, a não ser que esteja disposto a também explicar o significado. O uso de termos complexos ou estrangeiros demonstra erudição do orador mas pode inutilizar a mensagem se os ouvintes não forem capazes de compreendê-la. 8 - O uso de gestos é bom mas deve ser praticado com moderação e cuidado. Não use gestos ofensivos. Não use gestos que não combinem com o assunto. Imagine que alguém esteja falando sobre a ceia do Senhor e ao mesmo tempo pulando ou batendo palmas. Não combina. 9 - O tom de voz também é importante. É bom que seja variado. Se você falar o tempo todo com voz suave, o povo poderá dormir. Se você gritar o tempo todo, talvez as pessoas não vão querer ouvi-lo novamente. O tom de voz deve acompanhar o desenvolvimento do assunto, apresentando ênfase e volume nos pontos mais importantes, nos apelos ou nas conclusões que se quer destacar. O falar suave e o falar alto e enfático devem ocorrer alternadamente para não cansar o ouvido do público. 10 - Em se tratando de sermões sobre temas bíblicos, é fundamental que o pregador tenha orado antes de falar e que também esteja se consagrando ao Senhor para falar com unção e autoridade. 11 - O nervosismo e a timidez devem ser tratados com a prática. O início é mesmo difícil, mas com o tempo e a perseverança, a segurança vem. Algumas pessoas aconselham a começar falando sozinho diante do espelho para treinar. Não sei se isso resolve. O certo é que começar com uma platéia pequena é mais aconselhável. O nervosismo será menor. Antes de falar no templo, será melhor começar nos cultos domésticos. É certo que o Espírito Santo pode dar ao prgador uma ousadia que não lhe seja característica, mas é nosso dever trabalhar para resolver nossas dificuldades para falar em público. 12 - Outro detalhe importante é a duração da palestra. Sugerimos um tempo de 30 a 40 minutos para os sermões. Estudos bíblicos podem durar 1 hora aproximadamente. Em acampamentos esse tempo pode até se estender um pouco mais. Não existem regras para isso, mas apenas percepções práticas. Esses limites podem variar dependendo do lugar, do propósito, do auditório, e de muitos outros fatores. Mas, de forma geral, esses tempos sugeridos são razoáveis. Se quisermos ir muito além, poderemos cansar muito o auditório e o que passar do limite não será mais captado nem aproveitado pelos ouvintes. 

25/04/2011

Deus Controla Sua Vida

Deus Controla Sua Vida

Nunca lamentes quando tiveres de enfrentar um desapontamento,
pois se tomares tempo suficiente para recordar,
muitas experiências do passado virão à tua mente
nas quais as portas fechadas provaram ser uma bênção, uma
vez que te deixaram livre para aceitares uma oportunidade
diferente e maior.

Lembra-te sempre que Eu controlo tudo que te diz respeito e
enquanto Eu me disponho a consertar a tua vida, não somente
abro as portas certas, como fecho as erradas.

Quando uma porta errada se fecha, lembra-te que é Minha Mão
e quando uma porta certa se abrir, saiba que fui Eu.

Desse modo, não somente Eu te dou alegria, mas detenho a tristeza.

Confia em Mim.

Nunca lamentes aquilo que, a teus olhos, parece estar perdido.

Todas as coisas Eu as ajunto no Meu coração e faço retornar
para ti somente as que poderão abençoar.

Se confiares em Mim quando as coisas te parecerem erradas,
a tua ansiedade diminuirá.

Já não tenho dito que nada há de prejudicar-te?

"Mas eu confio em Ti, ó Senhor, e digo: Tu és o meu Deus"
Salmo 31:14

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