30/05/2011

Eclesiastes 1:1-12:14

Tenha temor do verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos!

Nos dias atuais, temer e obedecer a Deus é, quando muito, considerado imprático.
 Mas, o livro de Eclesiastes (hebraico: Qohéleth, congregante), escrito uns 3.000 anos 
atrás pelo Rei Salomão (1:1), descreve a futilidade dos empreendimentos humanos que não levam
 em conta o propósito de Deus.
O que torna tão fascinante este livro é o largo alcance de assuntos abordados pelo escritor
 — sabedoria e governo humanos, riqueza material e prazeres, religião formalística, e assim por diante. 
Todas estas coisas são vaidade, pois não são duradouras. 
Por outro lado, meditar sobre elas leva a mente perceptiva a uma só conclusão: 
“Teme o verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem.” 
— Eclesiastes 12:13.

Tudo É Vaidade: Queira ler os capítulos 1 e 2. Comparados com os infindáveis ciclos da natureza, 
todo empenho humano é fugaz e temporário (1:4-7). 
Até mesmo as grandes consecuções do congregante forçosamente passariam para outra pessoa,
 talvez menos digna (2:18, 19). “Vaidade” em hebraico significa “vapor” ou “fôlego”.

♦ 1:9 — Em que sentido “não há nada de novo debaixo do sol”?
Nos ciclos naturais da vida cotidiana sobre os quais o sol brilha nada existe de totalmente novo.
 Até mesmo as “novas” invenções são na maior parte aplicações de princípios que Yehowah 
já aplicara na criação. Mas, “debaixo do sol” Deus fez surgir novos acontecimentos espirituais
 que afetam a humanidade.
♦ 2:2 — É errado divertir-se?
Não, não é. Rir, ou divertir-se, pode ajudar a temporariamente afastar a mente 
da pessoa de seus problemas,
 mas estes não desaparecem. Assim, tentar encontrar verdadeira felicidade por participar de diversões 
é “insânia”; não faz sentido. Similarmente, a “alegria” não resolve os problemas da vida. Diversões e 
prazeres são deste modo contrastados com a felicidade resultante de se ter as bênçãos 
de Deus sobre o trabalho. — 2:24.
Lição Para Nós: Devemos escutar o conselho de Salomão e não fazer da busca de ganhos materiais
 e emocionantes novas experiências o único objetivo da vida. Em vez disso, devemos ser ‘bons diante
 de Yehowah’ por obedecer-lhe. Assim, teremos a Sua bênção em forma de “sabedoria, e conhecimento,
 e alegria”. — 2:26.
Para Tudo Há um Tempo: Leia os capítulos 3 e 4. Salomão não estava promovendo uma visão fatalista 
da vida (3:1-9). Antes, ele destacava que o homem simplesmente não pode alterar o que Deus pôs em ação
 (3:14). Neste respeito, os humanos não estão em melhores condições do que os animais (3:19-21).
 Assim, uma atitude cooperadora (4:9-12) é muito mais recompensadora do que um espírito competitivo (4:4).
♦ 3:11 — Em que sentido fez Deus tudo “bonito no seu tempo”?
A palavra “bonito” tem também o sentido de “bom, próprio, apropriado”. No devido tempo,
 o lugar certo em que cada obra de Deus se encaixa no Seu propósito será revelado. 
Deus fez muitas coisas ‘bonitas’ para a humanidade. 
Por exemplo, ele deu aos humanos um início perfeito no Éden.
 Ele predisse a vinda de um Descendente resgatador quando o homem incorreu no pecado. 
No tempo devido, Deus enviou o Descendente. E, ‘o mais bonito’ de tudo, 
Yehowah fez do Descendente o Rei de Seu Reino.
♦ 4:6 — Estava Salomão defendendo uma vida fácil? 
Não. Mas Salomão observou que o trabalho árduo e a proficiência voltados ao lucro muitas vezes
 levam à competição e à rivalidade (4:4). Por sua vez, isto pode resultar em problemas 
e até mesmo em morte prematura. (1 Timóteo 6:9, 10)
 Assim, qual é o conceito equilibrado? Estar contente com um ganho menor, acompanhado de paz, 
em vez de dobrar o lucro, acompanhado de labuta e intriga.
Lição Para Nós: Agora é o tempo de buscar primeiro o Reino de Deus em vez de ambiciosos interesses pessoais 
(3:1). Devemos trabalhar em cooperação com concristãos em vez de isoladamente (4:9-12). 
Assim, podemos receber a necessária ajuda e encorajamento apesar de durezas e oposição.
A Verdadeira Adoração Satisfaz: Leia os capítulos 5 e 6. Visto que Yehowah é Todo-poderoso, 
devemos encarar a nossa relação com ele seriamente,
 sem agir tolamente e esperar que ele aceite o nosso “sacrifício” (5:1, 2). 
A pessoa que teme a Deus deriva satisfação de usar a sua riqueza material, 
mas quem simplesmente a acumula 
não deriva alegria. — Compare 5:18-20 com 6:2, 3.
♦ 5:2 — Como se aplica esse conselho?
Devemos abrir o nosso coração a Deus, mas devemos guardar-nos de palavras impulsivas, impensadas, 
devido à Sua grandiosidade e majestade. (Salmo 62:8) Em vez de vaguear, devemos usar expressões simples,
 de coração. (Mateus 6:7) Com apenas cinco curtas palavras hebraicas Moisés suplicou em favor de Miriã e recebeu 
resposta favorável. — Números 12:13.
♦ 6:9 — O que são as “perambulações da alma”?
“Alma” aqui tem o sentido de “desejo de alma”.
 Assim, esta expressão se refere à infindável busca de satisfazer desejos que não podem ser satisfeitos. 
Isto se contrasta com a “vista dos olhos”, isto é, o encarar a realidade. 
Por conseguinte, sabendo que apenas o Reino de Deus pode trazer verdadeira mudança, 
devemos estar contentes e não permitir que desejos irrealísticos ou inalcançáveis nos privem da paz.
Lição Para Nós: No nosso local de adoração, devemos conduzir-nos com a devida dignidade, 
e devemos estar atentos (5:1). 
Devemos também ser rápidos quanto a cumprir as nossas obrigações diante de Deus.
 Se somos casados, isto inclui cumprirmos o nosso voto marital. — 5:4.
Palavras de Sabedoria: Leia os capítulos 7 e 8. O congregante considera o efeito da morte, que induz à reflexão
, (7:1-4) e o valor da sabedoria (7:11, 12, 16-19); ele também alerta contra a mulher má (7:26). 
Dá-se conselhos sobre assuntos tais como agir sabiamente para com governantes (8:2-4) 
e não se acalorar diante de injustiças. — 8:11-14. ♦ 7:28 — Será que essas palavras degradam a mulher?
Parece que o reinante padrão moral era muito baixo. 
Assim, Salomão falava sobre a raridade de haver homens ou mulheres justos naquela época.
 Dentre mil pessoas, era difícil encontrar um homem justo
♦ 8:8 — Sobre o que falava aqui o congregante?
Ele falava a respeito da morte. Ninguém pode, para postergar o dia da morte, 
evitar que a força de vida abandone as suas células. 
Na guerra contra o nosso inimigo comum, a morte, ninguém pode conseguir dispensa ou enviar um substituto. 
(Salmo 49:7-9) Até mesmo os iníquos com os seus ardis sinuosos não escaparão da morte.
Lição Para Nós: Embora as riquezas materiais se tenham tornado o objetivo da vida de muitos, 
apenas a sabedoria piedosa pode levar à vida eterna. (7:12; Lucas 12:15)
 Ansiar os ‘velhos bons tempos não melhorará as coisas para nós (7:10). 
Ao contrário, as coisas ‘resultarão em bem’ para nós apenas se continuarmos a temer a Deus. — 8:5, 12.
Contingências da Vida: Leia os capítulos 9 e 10. 
A vida é preciosa, e Deus quer que a usufruamos (9:4, 7). 
Visto que não temos controle sobre o desfecho da vida (9:11, 12),
 é melhor darmos ouvidos à sabedoria piedosa, ainda que a maioria das pessoas não a apreciem (9:17). 
Devido às incertezas da vida, devemos guardar o nosso coração (10:2),
 exercer cuidado em tudo o que fizermos, e agir com sabedoria prática. — 10:8-10. 
♦ 9:1 — Em que sentido estão as obras dos justos nas mãos de Deus?
Embora a calamidade assole também ao sábio e ao justo, isto acontece apenas por permissão de Deus, 
e ele jamais os abandonará. Pela “mão” ou poder aplicado de Deus, os justos podem, 
quer ser livrados de uma provação, quer ser fortalecidos para suportá-la. (1 Coríntios 10:13) 
Lembrar-se deste fato pode ser consolador para o servo de Deus ao sobrevirem dificuldades.
♦ 10:2 — Em que sentido está o coração à direita?
A “direita” muitas vezes denota uma posição de favor. (Mateus 25:33) 
Assim, o fato de que o coração do sábio está “à sua direita” indica que este o motiva a seguir 
um proceder bom e favorável. 
Mas, o indivíduo estúpido carece de boa motivação e age tola e inadequadamente. 
Estar o seu coração à sua “esquerda” indica que ele é motivado a seguir um caminho errado.
Lição Para Nós: Visto que a morte repentina pode sobrevir a qualquer um de nós (9:12), 
devemos estar usando a nossa vida no serviço de Yehowah, caso o falecimento termine com tudo (9:10). 
Devemos também nos tornar hábeis no nosso serviço, porque a incompetência, 
até mesmo em coisas simples como cavar um buraco ou rachar lenha, pode causar dano para nós e para outros.
 — 10:8, 9.
A Juventude e o Objetivo da Vida: Leia os capítulos 11 e 12. 
Todos nós devemos praticar a generosidade e tomar ação decidida (11:1-6).
 Os jovens que usam bem o seu tempo e a sua energia em servir ao Criador não terão do que se lamentar
 mais tarde na vida (11:9, 10). 
Ao contrário, terão a satisfação de estar agradando a Deus antes que percam a sua saúde e o seu vigor.
 — 12:1-7.
♦ 11:1 — O que significa ‘enviar o pão’ dessa maneira?
O pão é o alimento básico da vida. Enviá-lo sobre as “águas” significa desfazer-se de algo valioso.
 Todavia, ‘você o achará de novo’, pois duma maneira inesperada a pessoa generosa será recompensada.
 — Lucas 6:38.
♦ 12:12 — Por que tal atitude negativa para com livros?
Comparados com a Palavra de Yehowah, os ‘infindáveis’ livros do mundo contêm mero raciocínio humano.
 Grande parte deste raciocínio reflete a mente de Satanás. (2 Coríntios 4:4) 
 “muita devoção” a tais matérias seculares produz pouca coisa de valor duradouro.
Lição Para Nós: Como Salomão, devemos meditar sobre o que a Palavra de Deus diz a respeito da vida.
 Assim, a nossa determinação de temer e obedecer a Deus será fortalecida. 
Saber que Yehowah está profundamente interessado em nós (12:13, 14) nos achega mais a ele.
Portanto, ‘temamos o verdadeiro Deus e guardemos os seus mandamentos’
. Esta é a nossa obrigação e nos trará felicidade duradoura.







28/05/2011

Deus dá esperança em meio ao pesar / Lamentações 1:1–5:22

Yehowah é “o Deus que dá esperança”, mesmo em meio ao pesar. (Romanos 15:13) Este ponto fica claro no livro de Lamentações, escrito pelo profeta de Yehowah, Jeremias, em 607 AEC. Mas, destaquemos algumas das lições que ele contém.
A Aflição de Jerusalém
O pecado não produz alegria. Veja! A pecadora Jerusalém, outrora fervilhante capital de Judá, jaz solitária. A própria Judá parece uma princesa em prantos, enviuvada, pois foi devastada. “Amantes” como o Egito não a salvaram da conquista babilônica em 607 AEC. O povo não mais aflui a Sião para as festividades. Os seus filhos estão cativos, e os inimigos riem de seu colapso. Estrangeiros impuros dessagraram o templo, e seu povo teve de dar objetos de valor em troca de alimento. Tudo isso por causa do pecado! — 1:1-11.

Yehowah pune os transgressores com justiça. Admite-se isto à medida que a própria Jerusalém fala. Ela pergunta se existe algum pesar que se iguale à dor que Deus a fez sentir. Ele enviou fogo que desolou o templo. Os pecados da cidade viraram jugo, e o sangue fluiu como suco ao Deus pisar o “lagar” dela. Sião estendeu mãos em pesar e súplica, mas não achou consolador, e Jeová agiu com justiça ao punir a rebelde Jerusalém. Que os exultantes inimigos dela sejam tratados por ele com igual severidade! — 1:12-22.

“A Ira de Yehowah”
Os em cargo de responsabilidade têm culpa caso não condenem o pecado. Deus lançou Jerusalém “do céu para a terra”, permitindo a destruição dela e de Seu “escabelo”, o templo. (Salmo 132:7) Deste modo ele “profanou o reino” de Judá. Como se fosse mera tenda, o templo foi destruído por inimigos cujos brados triunfantes eram iguais a gritos festivos. Crianças morrendo imploravam alimento a suas mães. Mas, a quem principalmente cabia a culpa? A falsos profetas que fizeram pronunciamentos desencaminhadores em vez de condenar o pecado de Jerusalém. (Jeremias 14:13) Era apropriado orar, pois muitos morreram nesse ‘dia da ira de Yehowah’. — 2:1-22.

A Misericórdia de Deus Perdura
Devemos pacientemente esperar em Deus. Jeremias destacou isso ao falar em nome do povo aflito. Deus dificultou a sua oração, e ele virou assunto da canção escarnecedora de seus inimigos. A sua esperança, ou o que “podia esperar da parte de Yehowah”, parecia ter perecido. Contudo, teria uma “atitude de espera”, porque “Yehowah é bom para com o que espera nele”. — 3:1-27.

O verdadeiro arrependimento resulta em misericórdia divina. Convencido disso, Jeremias instou: “Retornemos deveras diretamente a Yehowah.” Como que com uma massa de nuvem de ira, Deus impediu a aproximação em oração, devido aos pecados do povo. Mas, Jeremias orou: “Chamei o teu nome, ó Yehowah. . . . Não ocultes teu ouvido do alívio para mim.” Naturalmente, inimigos não arrependidos serão aniquilados. — 3:28-66.

O pecado deliberado pode trazer destruição sobre nós. Por causa do pecado de Judá, os “filhos preciosos de Sião” eram tidos como inúteis vasos de barro quebrados. No cerco, os que morreram a espada estavam em melhores condições do que outros que morriam lentamente de fome. Deus havia, sem dúvida, ‘derramado a sua ira ardente’. Profetas e sacerdotes ‘poluídos’ vagueavam às cegas, e o rei Zedequias, — “o ungido de Jeová” — fora capturado. Agora Deus voltaria a sua atenção para o pecaminoso Edom. — 4:1-22.

Apenas Deus dá esperança em meio ao pesar. Jeremias sabia disso, pois implorou: “Lembra-te, ó Yehowah, do que nos aconteceu.” ‘Estrangeiros ocupam as nossas casas. Sofremos as consequências do erro de nossos antepassados, e meros rapazes carregam lenha em serviço forçado.’ Não obstante, Jeremias espera misericórdia, orando: “Traze-nos de volta, ó Yehowah, a ti mesmo, e nós prontamente voltaremos.” — 5:1-22.

Portanto, reflita nas seguintes lições contidas em Lamentações: O pecado não produz alegria, Deus pune pecadores com justiça, e os em cargo de responsabilidade têm culpa caso não condenem a transgressão. Devemos esperar pacientemente em Deus, confiantes de que a misericórdia divina resulta do verdadeiro arrependimento, ao passo que o pecado deliberado pode causar a nossa destruição. Esse livro inspirado também nos convence de que somente Yehowah dá verdadeira esperança em meio ao pesar.

TEXTOS BÍBLICOS EXAMINADOS

□ 1:15 — “Yehowah pisou o próprio lagar de vinho pertencente à virgem filha de Judá” no sentido de que ele havia decretado e permitido o que aconteceu. “A virgem filha de Judá” era Jerusalém, que se pensava ser como uma mulher inviolável. Quando os babilônios destruíram essa capital de Judá, em 607 AEC, houve grande derramamento de sangue, comparável ao suco resultante do esmagamento de uvas num lagar. Yehowah cuidará de que a cristandade, a antitípica Jerusalém, seja similarmente esmagada.

□ 2:6 — A “barraca” de Deus era o templo em Jerusalém. Quando esse santuário foi devastado pelos babilônios, ele permitiu que fosse ‘tratado com violência’, como simples cabana num jardim. Tal abrigo temporário contra o sol quente foi derrubado.

□ 3:16 — Uma das calamidades que Yehowah permitiu que sobreviesse à infiel Jerusalém como consequência da queda da cidade diante dos babilônios é assim descrita: “Com cascalho ele faz que se quebrem os meus dentes.” Aparentemente, quando a caminho do exílio, os israelitas eram obrigados a cozer pão em buracos cavados no chão. Assim, o pão vinha a conter areia, e quem o comia podia quebrar os dentes.

□ 4:3 — Contrasta-se aqui a crueldade de mães para com seus filhos com o cuidado maternal dos chacais. Embora estes possam ser considerados animais ferozes, mesmo eles ‘oferecem o úbere e amamentam as suas crias’. Devido à grande falta de alimentos na Jerusalém sitiada, mulheres judias famintas tornaram-se cruéis no sentido de não terem leite para dar a seus filhos, e realmente comerem seus próprios filhos para sobreviver. (Lamentações 2:20) Assim, as mulheres também se tornaram como avestruzes, que põem ovos e os abandonam.

□ 5:7 — Os judeus dos dias de Jeremias tiveram de carregar os erros de seus antepassados, mas, isto não significa que Yehowah pune diretamente os filhos pelos pecados dos pais. Na verdade, as consequências funestas da transgressão são sentidas por gerações futuras. (Jeremias 31:29, 30) Portanto, faremos be

25/05/2011

Profeta Neemias


Muito temos ouvido falar da história de Neemias. Que de copeiro passou a reconstrutor de uma grande cidade e protagonista de uma das menssagens mais interessantes. Porém o que poucos observam é a participação do rei, seu patrão no contexto das ocorrências.
Artaxerxes mostrou ser um rei atento. A função de copeiro na escala hierárquica é quase insiguinificante. normalmente os líderes estão mais atentos ao comportamento dos que estão ao seu lado diretamente. Que junto com ele divide o comando de uma equipe. Mas o rei só de olhar para Neemias percebeu em seu semblante o que passava em seu coração. Isso mostra que ele estava sempre atento ao que acontecia a sua volta.
Quando Neemias pediu-lhe permissão para ir poderia ter sido menosprezado por este, que em seu lugar certamente mandaria alguém que julgasse mais capaz. Em lugar disso perguntou-lhe de quanto tempo precisava para realizar a tarefa. Sem falar que se Neemias não tivesse recebido a permissão e tivesse ido mesmo a contra gosto de seu chefe, certamente teria menos credibilidade entre os moradores da destruída Jerusalém.
Com este comportamento o rei mostrou que tinha ouvidos sensíveis à voz do Espírito Santo. Afinal muitos nos dias de hoje até ouvem, mas resistem em colocar em prática. Ele também mostrou que o fato de estar em em posição de comando não faz com que ele seja mais capaz ou inteligente que seus comandados.
O profeta Neemias é um bom exemplo de como uma pessoa se torna um profeta inspirador. Trabalhando entusiasticamente em cooperação com Deus, ele foi usado pelo Senhor para realizar, dentro de pouco tempo, o que era aparentemente impossível.
A reconstrução dos muros de Jerusalém, retardada tanto pela indiferença do povo quanto pela oposição dos inimigos, aparentemente nunca se concluiria. Então, Neemias, por inspiração, apareceu em cena com um propósito ávido e firme. “Neemias não esperou muito tempo antes de entrar em ação. No dia após sua inspeção noturna dos muros, um corpo representativo da aldeia e os anciãos se reuniram para ouvir seu relatório. Em seu discurso, ele os lembrou da vergonhosa situação em que estava a nação, recordou a divina ajuda que ele havia experimentado ao tratar com o rei, e apresentou a extensão de sua autoridade. Seu discurso teve o efeito desejado, e resultou numa resolução entusiasta e aparentemente unânime: ‘disponhamo-nos e edifiquemos’.”
“São necessários Neemias na igreja hoje.”Eles devem se levantar e inspirar a milhares. Devem ensinar que, através do poder do Espírito Santo, podemos terminar nossa tarefa na Terra.

Que todos nós possamos refletir a cerca desta hitória, que certamente nos fará aprender ainda mais.

22/05/2011

Intercessão sem limites Por Derek Prince

"Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens" (1 Tm 2.1).

Paulo nos declara que a primeira prioridade de uma assembléia cristã é a oração.

Ele menciona diversas formas de oração, uma das quais é a intercessão. Interceder significa literalmente “interpor-se, colocar-se entre”. O intercessor é aquele que se coloca entre Deus e os que merecem sua justa ira e castigo. O intercessor levanta suas mãos a Deus e diz:

`Deus, estas pessoas merecem seu juízo; tu tens todos direito de feri-las; mas se a ferires, terás de ferir a mim primeiro, pois coloquei-me entre ti e eles´. No Velho Testamento encontramos diversos relatos de cidades e nações que foram poupadas do juízo divino através do ministério de um intercessor.

Estudaremos alguns desses exemplos, mas primeiro consideremos o ministério de intercessão na vida do nosso Senhor Jesus Cristo.

INTERCESSÃO NO MINISTÉRIO DE JESUS

Intercessão era uma das grandes marcas do ministério de Jesus. O capítulo 53 de Isaías descreve sua obra expiatória e conclui com este versículo:

`Por isso eu lhe darei muitos como a sua parte e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores, contudo levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu.´

Há quatro fatos registrados neste versículo a respeito de Jesus. Primeiro, ele derramou a sua alma na morte. Levítico 17.11 diz que a alma de toda carne esta no sangue, portanto Jesus derramou sua alma na morte quando derramou seu sangue.

Segundo, ele foi contado com os transgressores; ele foi crucificado com os dois ladrões. Terceiro, levou sobre si o pecado de muitos; tornou-se a oferta pelo pecado por todos nós. Quarto, pelos transgressores intercedeu; isto ele fez na cruz quando disse:

`Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem´. Ele estava dizendo: `Que o juízo que eles merecem caia sobre mim´, E assim foi.

Hebreus 7 fala de Jesus depois da sua morte, ressurreição e ascensão. Somos informados que Jesus é nosso sumo sacerdote à destra de Deus. Por ter um sacerdócio imutável que nunca passará dele, Jesus `pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles´ (Hb 7:25).

Se fizermos um estudo da vida e ministério de Jesus, chegaremos a um contraste bem interessante: ele passou trinta anos na obscuridade, numa vida familiar perfeita; três anos e meio num dramático ministério público; e praticamente dois mil anos em intercessão, invisível aos olhos naturais.

Desde que subiu aos céus, ele está intercedendo por nós diante do Pai.

MODELOS DO VELHO TESTAMENTO: ABRAÃO

Os maiores santos eram freqüentemente os maiores intercessores, pois eram os homens mais próximos ao coração de Deus.

O Velho Testamento contém exemplos de alguns grandes intercessores. O primeiro exemplo é Abraão. Em Gênesis 18 vemos o Senhor com mais dois anjos chegando para visitar a tenda de Abraão. No final deste episódio o Senhor diz:

`Ocultarei a Abraão o que estou para fazer?´ Em outras palavras, o Senhor vê Abraão como o seu íntimo amigo pessoal com quem ele compartilhará seus planos e pensamentos. Por isto o Senhor conta para Abraão:

`Com efeito o clamor de Sodoma e Gomorra tem-se multiplicados e o seu pecado se tem agravado muito. Descerei, e verei se de fato o que têm praticado corresponde a esse clamor eu é vindo até mim; e, se assim não é, sabê-lo-ei´ (Gn 18.20-21).

Abraão estava muito preocupado com Sodoma porque seu sobrinho, Ló, estava morando lá. Abraão sabia que se Sodoma fosse julgada, Ló e sua família sofreriam com os demais. A cena continua assim:

`então partiram dali aqueles homens (anjos), e foram para Sodoma; porém Abraão permaneceu ainda na presença do Senhor (para impedi-lo).

`E aproximando-se ele, disse: Destruíras o justo com o ímpio? Se houver, porventura, cinqüenta justos na cidade, destruirás ainda assim, e não pouparás o lugar por amor dos cinqüenta justos que nela se encontram? Longe de ti o fazeres tal cousa, matares o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio; longe de ti. Não fará justiça o Juiz de toda a terra? (vv. 23-25).

Abraão tinha que ter muita coragem para falar com o Senhor desta maneira. Porém, ele sabia que seria uma contradição total do caráter de Deus, e da sua justiça, permitir que juízo caísse sobre os justos.

Salmo 91.7,8 estabelece este princípio: `Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás, e verás o castigo dos ímpios´. Seja qual for o justo juízo que cair sobre os ímpios, os justos nunca serão tocados. O justo pode estar exatamente no meio de tal juízo, mas este não virá sobre ele.

Note, porém, que há uma diferença entre juízo e perseguição por causa da justiça. A Bíblia diz que os justos hão de experimentar perseguição. A diferença é que juízo por causa do pecado vem sobre os ímpios pela instrumentalidade de Deus; e perseguição por causa de justiça vem sobre os justos através dos ímpios.

Portanto com santa ousadia e intensa convicção que Deus tinha que ser absolutamente justo, Abraão se pôs a confrontar o Senhor com este princípio: `Senhor, se houver cinqüenta justos na cidade, pouparás a cidade?´ o Senhor respondeu a Abraão que pouparia a cidade se cinqüenta justos pudessem ser encontrados.

`E quarenta e cinco? Poupá-la-ás por quarenta e cinco justos?´ E o Senhor disse que a pouparia se quarenta e cinco pessoas justas pudessem ser encontradas nela. E assim foi a conversa... quarenta, trinta, vinte, até que Abraão chegasse finalmente à sua última reivindicação:

`Se, por ventura, houver somente dez pessoas justas em toda aquela cidade? Poupá-la-ás pelas dez?´ E o Senhor respondeu que a pouparia por dez pessoas justas.

Esta é uma tremenda revelação! Se os meus cálculos forem corretos, Sodoma era uma cidade grande para aquela época, com uma população não inferior a 10.000. Por amor a dez pessoas no meio de 10.000, Deus estava pronto para poupar a cidade inteira.

Isto é uma pessoa em cada mil! Jó 33.23 registra esta mesma proporção: `Se com ele, pois, houver um anjo, um intérprete, um entre mil, para declarar ao homem o que lhe é justo...´ Eclesiastes 7:28 semelhantemente afirma: `Cousa que a minha alma ainda busca, mas não a achei: um homem entre mil´.

Um entre mil! A Bíblia aparentemente usa esta expressão para identificar um homem extraordinariamente justo. Deus disse: `Se eu puder encontrar em Sodoma uma pessoa justa em cada mil, pouparei a cidade inteira´.

Por exemplo, se aplicássemos esta proporção aos Estados Unidos hoje, precisaríamos de aproximadamente 210.000 pessoa extraordinariamente justas para obter misericórdia em favor de toda a nação. Você qualificaria como uma dessas 210.000 pessoas? Eu qualificaria?

A INTERCESSÃO DE MOISÉS

Nosso segundo exemplo de intercessor é Moisés. Em Êxodo 32 vemo-lo subindo o Monte Sinai para receber a aliança de Deus. Depois de estar ausente muitos dias, o povo tornou-se impaciente e insistiu com Arão para fazer deuses que eles pudessem adorar.

Então Arão tomou as argolas de ouro e fez um bezerro fundido, em torno do qual Israel começou a dançar e adorar. Enquanto isto acontecia no arraial, Deus falou com Moisés no monte e disse:

`Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu, e depressa se desviou do caminho que lhes havia eu ordenado; fizeram para si um bezerro fundido, e o daram...´ (vv. 7,8).

Neste momento tenso quando o destino de Israel estava na balança, encontramos um elemento de humor na conversa que se seguiu entre Deus e Moisés. Referindo-se a Israel, Deus fala com Moisés que eles são `teu povo´.

Mas Moisés, não querendo aceitar esta responsabilidade, devolve-a a Deus dizendo: `teu povo´. Nem Deus nem Moisés queria ser considerado responsável por Israel naquele momento!

Enquanto isso, Israel continuava a dançar ao redor do bezerro, totalmente inconsciente que seu destino estava sendo selado por este diálogo entre Deus e Moisés. Deus declarou a Moisés:

`Agora, pois, deixa-me; para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma...´ (v.10). Note que Deus não faria coisa alguma se Moisés não lhe permitisse. Mas Moisés se recusou a sair de diante de Deus. Como intercessor, ele continuou se interpondo entre Deus e o povo.

Finalmente, Deus disse que usaria Moisés para redimir sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó, começando tudo de novo com Moisés e formando dele uma grande nação. Apesar desse povo ter sido um fardo muito pesado para ele deste que saiu do Egito, Moisés intercedeu por eles:

`Porém Moisés suplicou ao Senhor seu Deus e disse: Por que se acende, Senhor, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito... (`Não é meu povo´, Moisés está dizendo, `é teu.´) Por que hão de dizer os egípcios: com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes, e para consumi-los da face da terra?

Torna-te do furor da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo´ (vv. 11,12). A preocupação de Moisés era a reputação de Deus. Ele disse: `Deus, se depois de tirar este povo para fora, eles vierem a perecer nos montes, os egípcios vão dizer que tiveste más intenções quando os tiraste do Egìto.´

Vemos a mesma preocupação com a reputação de Deus em Números 14.13-16. O povo provocou ao Senhor quando se recusou a crer no relatório positivo dos dois espias enviados para a terra prometida, escolhendo antes crer no relatório negativo dos outros dez.

Deus ficou tão irado com sua incredulidade que outra vez procurou destruí-los e fazer de Moisés uma grande nação.

Mas aqui Moisés lembra o Senhor que as nações que tinham ouvido a fama do Senhor iriam pensar que ele não era capaz de introduzir o povo na terra e por isto o matou no deserto.

A preocupação de Moisés em ambos os casos não era sobre sua reputação pessoal; sua única preocupação era a glória e reputação de Deus na terra. No final de Êxodo 32, encontramos a consumação da intercessão de Moisés.

Depois de voltar ao arraial e colocar as coisas em ordem, ele se dirige ao povo:

`Vós cometestes grande pecado; agora, porém, subirei ao Senhor e, porventura, farei propiciação pelo vosso pecado. Tornou Moisés ao Senhor, e disse: Ora o povo cometeu grande pecado, fazendo para si deuses de ouro. Agora, pois perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste´ (vv. 30-32). Isto é intercessão: `Deus, eles merecem teu golpe; perdoa-lhes. Mas se não, Senhor, então que o juízo deles venha sobre mim.´ O intercessor é a pessoa que se coloca entre Deus e o alvo da sua ira justa.

O Salmo 106 nos fornece um comentário divino e a respeito deste acontecimento:

`Em Horebe fizeram um bezerro, e adoraram o ídolo fundido. E assim trocaram a glória de Deus pelo simulacro de um novilho que come erva. Esqueceram-se de Deus, seu Salvador, que, no Egito, fizera cousas portentosas, maravilhas na terra de Cão, tremendos feitos no Mar Vermelho. Tê-los-ia exterminado, como dissera o Senhor, se Moisés, seu escolhido, não se houvesse interposto; impedindo que sua cólera os destruísse´ (vv. 19-23).

Moisés ficou na brecha causada pelo pecado do povo de Deus e disse: `Senhor, estou tapando a brecha. Teu golpe não pode cair sobre eles sem cair sobre mim primeiro´. Números 16 registra outro exemplo de intercessão.

Aqui Moisés e Arão juntos são os intercessores. Deus havia tratado soberanamente com a rebelião de Coré, Datã e Abirão, fazendo a terra se abrir e tragá-los vivos.

Mas no dia seguinte `toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Senhor. Ajuntando o povo contra Moisés e Arão, e virando-se para a tenda da congregação, eis que a nuvem a cobriu, e a Glória do Senhor apareceu. Vieram, pois, Moisés e Arão perante a tenda da congregação. Então falou o Senhor a Moisés, dizendo: Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento: então se prostraram sobre os seus rostos´ (vv. 41-45).

] Esta é a posição do intercessor – prostrado sobre o seu rosto diante de Deus, sabendo que juízo está prestes a cair. Pessoalmente, admiro a graça que Moisés e Arão tinham. O povo havia se revoltado contra eles sem motivo.

Contudo, dispuseram-se a interceder por estes que os criticavam – até mesmo arriscando suas próprias vidas por eles. Moisés falou com Arão e ordenou-lhe:

`Toma o teu incensário, põe nele fogo do altar, deita incenso sobre ele, vai depressa à congregação, e faze expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do Senhor; já começou a praga. Tomou-o Arão, como Moisés lhe falara, correu ao meio da congregação (eis que já a praga havia começado entre o povo) e deitou incenso nele, e fez expiação pelo povo. Pôs-se em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga.´ (vv. 46-48).

A linguagem nesta passagem enfatiza a urgência da intercessão. Moisés disse a Arão: `Vai depressa...´ Arão não saiu andando, ele `correu´. Cada momento de demora custaria mais vidas.

A palavra `praga´ sugere algo altamente contagioso, e para fazer expiação Arão teve de se expor deliberadamente a esse contágio. Ele pôs sua própria vida a risco. Enquanto ficou ali movendo seu incensário, a fumaça subia numa coluna branca que dividia os vivos dos mortos.

Onde aquela fumaça branca subia do incensário, a praga parava. Isto é intercessão: colocar-se – a risco da própria vida – entre os mortos e aqueles que estão prestes a morrer, e depois oferecer oração e súplicas fervorosas, como a fumaça branca do incensário, até que a praga cesse.

´ FALTA DE INTERCESSORES

Ezequiel 22.23-31 registra uma cena diferente. É semelhante às duas que acabamos de estudar no sentido de descrever os pecados do povo de Deus, mas é diferente porque nenhum intercessor foi encontrado para se interpor entre o pecado do povo e o juízo de Deus.

Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dize-lhe (à terra de Israel): Tu és terra que não está purificada, e que não tem chuva no dia da indignação.

Conspiração dos seus profetas há no meio dela... Os seus sacerdotes transgridem a minha lei... Os seus príncipes no meio dela são como lobos... Contra o povo da terra praticam extorsão, andam roubando, fazem violência ao aflito e necessitado...busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.

Por isso eu derramei sobre eles a minha indignação... Todas as classes da população tinham falhado inteiramente – profetas, sacerdotes, príncipes, povo. Cada uma representa um determinado elemento da sociedade. Os `profetas´ são os responsáveis para trazer uma mensagem direta de Deus. Os `sacerdotes´ são os líderes da religião institucional.

Os `príncipes´ são os governantes seculares. O `povo´ é o restante da população, o povo comum. A ordem de listagem destes quatro elementos é importante. O processo de decadência começou com a liderança espiritual; depois o governo secular se corrompeu; finalmente toda a nação foi atingida.

Apesar de todas as classes da sociedade terem se corrompido desta forma, a situação ainda não era desesperadora. Deus procurava um homem, um intercessor, para tapar o muro e colocar-se na brecha para que ele pudesse poupar a nação inteira.

Mas porque ele não encontrou nenhum, derramou sobre ela sua indignação e a consumiu no fogo da sua ira. Um homem – um intercessor – poderia ter poupado uma nação inteira do juízo!

Isaías 59 apresenta um dos mais temíveis quadros de fracasso e apostasia nas Escrituras. No entanto o povo a que este capítulo se refere é um povo essencialmente religioso. Eis a sua confissão:

`Porque as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós, porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades; como o prevaricar, o mentir contra o Senhor, o retirarmo-nos do nosso Deus, o pregar opressão e rebeldia, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade.

Pelo que o direito se retirou e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças e a retidão não pode entrar. Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso, e desaprovou o não haver justiça. Viu que não havia ajudador algum, e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor´ (vv. 12-16).

`Não havia um intercessor.´ Até o próprio Deus se admirou disso! Era a derradeira evidência condenatória da incredulidade e indiferença egoística que havia nos corações do seu povo.

QUALIFICAÇÕES DO INTERCESSOR

Concluindo, eu gostaria de dar quatro qualificações que vejo em todo verdadeiro intercessor. Primeiro, um intercessor, como Abraão, precisa ter uma convicção absoluta da justiça de Deus:

que Deus nunca trará sobre os justos o juízo que somente os ímpios merecem. Ao mesmo tempo, ele precisa ter uma visão cristalina da justiça absoluta e da inevitabilidade do juízo de Deus sobre os ímpios.

Segundo, ele precisa ter uma profunda preocupação com a glória de Deus, como Moisés que recusou duas vezes a oferta de Deus de fazer dele o originador do maior povo na terra. A glória de Deus lhe era mais importante do que sua reputação pessoal.

Terceiro, um intercessor precisa ter um relacionamento íntimo com Deus. Ele deve ser alguém que possa estar diante de Deus e falar com franqueza total, porém com reverência.

Quarto, um intercessor precisa demonstrar grande coragem pessoal. Ele deve estar preparado para arriscar sua própria vida, como Arão que desprezou o contágio da praga a fim de tomar sua posição entre os mortos e os vivos.

Não existe um chamamento mais alto que o intercessor. Quando você se torna um intercessor, terá chegado ao trono. Você não será visto pelos homens, porque esta é uma posição invisível a eles, atrás do segundo véu; mas no reino de Deus sua vida terá valor no tempo e na eternidade.

O Brasil ainda não tem experimentado um avivamento autêntico, com uma soberana visitação do Espírito de Deus, tal como tem ocorrido em muitos outros países no passado e mesmo em tempos mais recentes.

Nossa pátria precisa ver Jesus vivo no meio das igrejas! (Ap 1:12-20). Enquanto as nuvens escuras do juízo divino se ajuntam, enquanto a dissolução moral, social, econômica, e política vai aumentando, o Brasil precisa de uma coisa acima de tudo; Intercessores!

Esta mensagem foi traduzida do original em inglês,
intitulado `Standing in the Gap´.
Os direitos autorais pertencem a:
NEW WINE Magazine
Copyright em fevereiro de 1980
P.º Box Z, Mobile, AL 36616 E.U.ª

Intimidade Com Deus


Intimidade vem com convivência.
Você convive com Deus?



Sabemos que intimidade é algo que depende das duas partes... Não basta somente Deus buscar ser íntimo do homem, o homem também tem que buscar intimidade com Deus. Mas, COMO TER ESSA INTIMIDADE ? 

Quando conhecemos uma pessoa, já no primeiro dia não contamos a ela toda a nossa vida, todos os nossos sonhos, ou os nossos segredos mais profundos. Por que? Porque ainda não somos íntimos com esta pessoa, mas se passar algum tempo, todos dias nós conversarmos um pouco e formos nos conhecendo mais e mais, chegará uma hora em que teremos confiança um no outro para lhe contar tudo o que se passa em nosso interior... podemos então afirmar que intimidade, vem com convivência. Nós não podemos ser íntimos de uma pessoa com a qual conversamos raramente e sempre temos uma conversa superficial. 

Com Deus funciona da mesma forma, como podemos dizer que somos íntimos de Deus se mal falamos com ele diariamente, quando falamos sãs coisas superficiais... ou seja, aquelas orações diárias de todo crente, que ora ao acordar , na hora das refeições e na hora de dormir, não fazem dele uma pessoa íntima de Deus, pois com um amigo íntimo passamos oras contando a ele tudo que se passa dentro de nós e ouvindo o que se passa no coração dEle. 

É exatamente isto que Deus tem buscado do homem, intimidade, Ele quer que passemos um tempo diário com Ele, como Adão passava antes de sua queda, Ele quer contemos a ele os nossos desejos, sonhos e segredos mais profundos. Mas será que Ele já não sabe disso tudo ? Você pode estar se perguntado, sim, Ele sabe, mas Ele tem prazer em nos ouvir e falar conosco, porque da mesma forma que quer ouvir os nossos segredos, Ele quer ter a oportunidade de compartilhar conosco os sonhos, os planos, e os desejos mais profundos do coração dEle. 

Você quer conhecer os planos de Deus pra sua vida... então seja íntimo dEle!



1 João 2

3 E nisto sabemos que o conhecemos; se guardamos os seus mandamentos.
4 Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade;
5 mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele;
6 aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.

Amém

19/05/2011

Mateus, o publicano


Mateus era um coletor de impostos e, por isso, era desprezado pelo povo, pois seu trabalho era receber o dinheiro das pessoas e repassar ao governo da época.
Vivia em uma confortável casa e não faltavam recursos materiais, porém, sentia-se sozinho, sem ter nenhum amigo. Não gostava de andar pelas ruas, porque, muitas pessoas quando o viam , cuspiam no chão e viravam o rosto,demonstrando o que sentiam por ele…
Mateus vivia desta forma, isolado de todos…
Um dia, ouviu falar que estava ali, um Homem diferente. Levado pela curiosidade, foi até ao Mar da Galiléia, onde se agrupavam dezenas de pessoas ao redor daquele Homem. Viu quando Jesus pediu que Pedro levasse o barco ao mar e jogasse novamente as redes. Viu também quando Pedro e os outros pescadores retornaram abarrotados de peixes…
Viu Jesus convidar a Pedro a distribuir o que tinham conseguido aos que estavam ali na praia, famintos: mulheres, crianças, doentes…
Mateus presenciou coisas que jamais poderia imaginar até aquele momento.
Aquele foi um dia diferente em sua vida. Foi para casa, pensando em quem seria aquele Homem. Quem seria capaz de fazer tantas coisas maravilhosas?
O sol aparece mais uma vez no céu e Mateus segue em direção ao trabalho, para realizar novamente a tarefa de coletar os impostos.
Com seus pensamentos ainda fixos nos acontecimentos do dia anterior, não percebe alguém que se aproxima. É Jesus! Aquele mesmo Homem o havia encantado! Então, Mateus não perde tempo, convida Jesus a cear em sua casa e Ele aceita. Mateus não sabe cabe de tanta felicidade. Jesus comparece o jantar e transforma a vida de todos ali presentes.
Fala-se em Cafarnaum que o antigo publicano abandonou tudo para seguir o Homem de Nazaré. E nós, vamos abandonar tudo para segui-lo também? Vamos mudar nossas vidas por Aquele que deu Sua vida por nós?
Após a crucificação de Jesus, Mateus decide voltar à Cafarnaum, onde tudo começou… Lá, teve a idéia de registrar a vida do nosso Mestre querido, para que o legado de Jesus não se perdesse ao longo dos séculos. Desejava Mateus que cada um se sensibilizasse e seguisse o Homem que o ensinou a Amar. Foi desta forma que Mateus tornou-se o primeiro a escrever o Evangelho.
Para sermos gratos a tudo o que Jesus fez, podemos nos transformar em pessoas melhores, como o publicano Mateus se transformou.
Mateus tinha a felicidade material, mas não tinha a verdadeira Felicidade que é a espiritual. Tinha uma montanha de dinheiro, mas, faltava um punhado de felicidade. Tinha a riqueza, mas, não amigos. Conhecia o ouro, mas, não o Amor.
Depois de Jesus tudo foi diferente. Encontrou o verdadeiro tesouro e viveu o resto de seus dias na Terra em benefício do próximo, sempre para o próximo. Esse é o tesouro que tanto buscamos, basta descobrirmos que ele está dentro de nós…

A Igreja Comunidade de Cristo


É uma igreja cristã internacional com aproximadamente 450.000 membros distribuídos em mais de cinqüenta países. Nossa Sede Mundial inclui um Templo dedicado a busca da paz e está localizada na Cidade de Independence, Estado do Missouri, USA. Nossa igreja foi originalmente organizada em 1830 no Estado de Nova York, USA. Além do Templo em Independence, a Comunidade de Cristo possuí outro Templo na cidade de Kirtland, sendo um templo dedicado ao estudo, louvor e adoração ao Senhor Jesus Cristo.

OFERECEMOS
· Uma comunidade de pessoas onde o Evangelho de Jesus Cristo é o foco central das reuniões, do ensino da aprendizagem, da assistência pastoral e da missão comunitária.
· Oportunidades para experimentar um crescimento espiritual genuíno e um relacionamento íntimo com o Espírito Santo.
· Congregações locais, onde amizades profundas são estabelecidas, idéias individuais são valorizadas, e onde pessoas com carências especiais encontram segurança, carinho e apoio.
· Uma comunidade de fé onde o ministério de todas as pessoas, inclusive crianças e jovens, é estimulado.
· Uma comunidade global com uma missão mundial que valoriza todas as culturas e celebra a riqueza da diversidade da vida humana.
· Oportunidades significativas de servir a Jesus Cristo ajudando ao próximo e promovendo a paz.

CONVIDAMOS VOCÊ a continuar a explorar a missão, a fé e as crenças de nossa Igreja visitando uma de nossas congregações. Um grande número de pessoas ganhou esperança para suas vidas e se encontrou com o Cristo vivo através dos ministérios, dos sacramentos, dos ensinamentos e da missão da nossa Igreja. Você também está convidado a compartilhar conosco de nossos esforços para responder ao chamado de Deus para que se criem comunidades de Cristo no mundo inteiro.
Você poderá saber mais sobre nossa Fé e Crenças, e se tiver alguma dúvida,  poderá entrar em contato conosco por meio de nosso e-mail que é:contato@cdecristo.org.br

A VALORIZAÇÃO HUMANA
Deus ama a cada um de nos igual e incondicionalmente. Todas as pessoas têm grande valor perante Deus e devem ser respeitadas como criaturas com todos os direitos humanos básicos. A disposição para amar aos outros é essencial para podermos ser fiéis ao Evangelho de Jesus Cristo. (Atos 10:34)


TODOS SÃO CHAMADOS:
A todas as pessoas - homens, mulheres, e crianças - foram dados dons e habilidades para enriquecer a vida e para se envolverem na missão de Cristo. Alguns são chamados para assumir responsabilidades peculiares como ministros ordenados (clero) da igreja. Nossa Igreja propicia uma grande variedade de ministérios sacerdotais, através do chamado e ordenação tanto de homens como de mulheres. (Romanos 8:28)

LIVRE ARBÍTRIO:
Todas as pessoas têm liberdade para escolher. Nossas escolhas trazem conseqüências reais – boas e más – para a nossa vida, para a vida de outros, e para o nosso meio ambiente. A dedicação a Cristo, a sensibilidade ao Espírito Santo e a participação na comunidade de fé, nos ajuda a tomar decisões responsáveis, que enriqueçam a vida humana e respeitem a criação. (Josué 24:14-15)

O USUFRUTO DOS BENS:
Todas as coisas foram criadas por Deus e devem ser usadas para os propósitos dEle. O usufruto responsável dos bens tanto envolve o manejo racional dos dons e dos recursos que enriquecem a vida pessoal, a vida familiar, a vida congregacional, e a vida comunitária como também o uso racional dos recursos naturais para o bem toda a criação. (Gênesis 1:27-31; Lucas 16:2; Mateus 25:14-30)
O JUÍZO FINAL
Nosso destino eterno é determinado por Deus, de acordo com a sabedoria e o amor divino, e de acordo com nossa resposta ao chamamento dEle. O julgamento de Deus é justo e esta relacionado com o tipo de pessoa em que nos tornamos tendo em vista a potencial de nossas vidas. (Mateus 25:31-40)

O FINAL DOS TEMPOS
Deus está atuando na história buscando reconciliar todos os aspectos da criação com os propósitos divinos. A significância e o fim para o qual se move a história são revelados em Cristo. A vitória final do bem e da paz sobre a injustiça, o mal e o pecado está assegurada por causa do amor infinito de Deus e pela convicção de que Cristo retornará. (Mateus 28:16-20)

SIÃO


A “causa de Sião” expressa nossa dedicação ao estabelecimento do Reino de Deus na Terra, através do estabelecimento de comunidades centradas em Cristo, tanto nas famílias, como nas congregações, nas vizinhanças, nas cidades, ou no mundo inteiro. (Isaías 52:7 -12) 


 NOSSA FÉ E CRENÇAS
Reconhecendo que a percepção da verdade é sempre qualificada pela natureza e pela experiência humana, não há um credo oficial da Igreja que tenha que ser aceito por todos os membros. Entretanto, através dos anos, várias declarações, como as que se seguem, têm sido desenvolvidas para apresentar as crenças da Igreja que são geralmente mais aceitas. Todos os membros são encorajados a estudar as escrituras, a participar na vida e na missão da Igreja, e a examinar as suas próprias experiências, à medida em que crescem em entendimento e ampliam sua resposta pessoal ao Evangelho de Jesus Cristo.

DEUS
O Deus eterno, o Deus vivo, é uma trindade: um Deus em três pessoas. O Deus que vêm ao nosso encontro no testemunho de Israel é o mesmo Deus que veio a nós em Jesus Cristo, e que esta presente em toda a criação por intermédio do Espírito Santo. Deus é o Criador Eterno, a fonte do amor, da vida, e da verdade. Deus ativamente ama e cuida de cada um de nós. Somente Deus é digno de nossa adoração.

JESUS CRISTO
Jesus Cristo é “Deus conosco”, o Filho de Deus, a expressão viva de Deus encarnado. Jesus Cristo viveu, foi crucificado, morreu e ressuscitou. A natureza, o amor, e a razão de ser de Deus são visualizadas mais claramente em Jesus Cristo, nosso Salvador. (João 3: 16-17)
ESPÍRITO SANTO
O Espírito Santo é a continuidade da presença de Deus no mundo. O Espírito Santo trabalha em nossas mentes e em nossos corações através da inteligência, da consolação, da guia, do amor, e do poder para nos sustentar, inspirar, e transformar. Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo são uma só Divindade.

Nosso Conceito sobre a Trindade
Diferentemente da visão Católica e de algumas outras religiões, que começam com uma posição ferrenha de um Deus uno embora se manifeste em  3 pessoas distintas, nós da Comunidade de Cristo reconhecemos que existem 3 personagens distintos na trindade (Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo), que contudo operam como um Deus único, mas não deixam de ser pessoas distintas. Basta lembrar do Batismo de Jesus Cristo, onde Deus, O Pai, se manifestou dos céus, e o Espírito Santo se manifestou em forma de pomba, ai se vê claramente 3 personagens distintos, mas que em nossa concepção agem como um só Deus.


SALVAÇÃO
Deus nos ama ainda que sejamos pecadores. Através do ministério de Cristo e do Espírito Santo podemos retornar a Deus e receber a graça da salvação e da vida eterna. Aqueles que recebem o Evangelho são chamados a responder a Cristo pelo batismo e pelo discipulado dedicado. Na medida em que indivíduos exercitam a fé em Cristo e modelam suas vidas no exemplo e nos ensinamentos dEle, eles se tornam pessoas novas. (2 Corintios 5:17)
A IGREJA
Se pode experimentar o potencial mais íntegro do discipulado cristão quando se vive dentro de uma comunidade de crentes dedicados. A igreja, como parte do Corpo de Cristo, é o veículo por meio do qual o Ministério de Jesus tem continuidade no mundo de hoje. É, portanto, uma comunidade de pessoas que buscam expressar o amor de Deus para todas as criaturas através de ministério compassivo, da adoração, dos sacramentos e do testemunho. (Mateus 16:18)
A REVELAÇÃO
O processo pelo qual Deus dá a conhecer o amor divino, seu pensamento e sua vontade se chama revelação. Deus continua a se revelar hoje como fez no passado. Deus nos é revelado pelas Escrituras, pela comunidade de Fé, pela oração, pela natureza, e pela história humana.
AS ESCRITURAS
As escrituras propiciam orientação divina e inspiração para a vida, quando responsavelmente interpretadas e fervorosamente aplicadas. Como outros cristãos, afirmamos a Bíblia como o livro principal de escrituras da Igreja. O  Livro de Doutrina e Convênios é  um testemunho adicional do Amor de Deus e do Ministério de Jesus Cristo. Cremos também que o cânon das escrituras está aberto e que Deus pode revelar-se segundo sua própria vontade. (2 Timóteo 3:14-17)
OS SACRAMENTOS
Os sacramentos expressam a continuidade da vida e do ministério de Cristo através da Igreja. Eles nos ajudam a estabelecer e reafirmar continuamente nosso relacionamento com Deus. Por eles estabelecemos ou reafirmamos nossa aliança com Deus como resposta a graça dEle. Os sacramentos da Igreja são: o Batismo, a Confirmação como membro da Igreja, a Santa Ceia (Comunhão), o Casamento, a Benção das Crianças, a Unção dos Enfermos, a Ordenação de Ministros, e a Benção dos Evangelistas. (Hebreus 6:1 -2)
A RESSURREIÇÃO
Deus conserva e renova a vida, conforme nos foi revelado pela ressurreição de Jesus Cristo, um sinal da vitória absoluta de Deus sobre a morte. Na ressurreição de Jesus Cristo, encontramos a esperança e a coragem para viver. Pela ressurreição, Deus transforma as pessoas, trazendo-as para a plenitude da vida eterna. (João 11:23-27)
O REINO DE DEUS
O Reino de Deus está presente onde quer que as pessoas reconheçam a soberania de Deus sobre a vida, os relacionamentos, e sobre toda a criação. A instauração do Reino de Deus aguarda a vitória final sobre o mal, quando se estabelecerá o governo divino pleno, e a justiça, a paz e a retidão prevalecerão. (Mateus 6:10, 33; Isaías 9:6 -7)

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