Todos pensam, ou pensam que pensam… Que viver é fácil!
Se fosse assim, não teríamos a palavra sobreviver; viver parecer-nos-ia como algo do tipo fazer o possível com o que tenho.
Voltamos então a sobreviver. Será que fazemos, ou melhor, trabalhamos onde queremos? Vivemos a vida que sonhamos? Temos a (o) companheira (o) que idealizamos?… Pois é, voltamos à pergunta: será que vivemos?
Junto de todo este começo misture sonhos, limites, noção do outro, conhecimento, oportunidades, problemas financeiros, filhos antes do tempo, crises de toda ordem, além da conjuntura internacional.
Pronto!! Montamos uma feijoada completa de nossos sentimentos. Como podemos conviver conosco mesmo? Nem falemos do outro, estamos apenas referindo a nós mesmos, auto-estima no pé, objetivos fora do alcance.
E agora José?… A festa acabou, o ano começou e a realidade chegou… Não temos mais festas, fins de semana na balada, só a dura realidade.
Nossa que coisa apocalíptica! Que tragédia! Que vida medíocre!
Leve engano, a vida é maravilhosa, um verdadeiro milagre. Estarmos vivos, espontâneos, dispostos e atentos, já por si só é um prêmio, mas se pudermos ver apenas os pontos negativos não conseguiremos sair do lugar. É nesta hora que a raça humana se supera na sua capacidade de improviso, de criatividade, de ver luz no fundo do túnel.
E como ficam as pessoas diferentes?… Ou melhor, especiais? Estamos falando dos depressivos, dos dependentes químicos, dos esquizofrênicos, dos superdotados, dos bipolares, dos abandonados… Como será que eles identificam o mundo, como eles vivem?
Talvez, eles possam até vir a ser nossos professores, em seu jeito de viver a cada dia, de não se preocupar com as aparências, de ter uma sensibilidade artística, e de não sofrer tantas influências de nossa sociedade de consumo.
Seguramente, a “arte de viver” está no simples, no não colocar seu destino na mão do outro, no contar apenas com suas ações. Quando falamos de se autopreservar não estamos sugerindo que as pessoas fiquem isoladas do convívio. O que sugerimos é para não colocar nossas expectativas e realizações naquilo que ainda acontecerá. A “arte de viver” está exatamente em vivermos a cada minuto, a cada surpresa e não colocarmos nossa felicidade em apenas uma data, um evento, uma conquista, mas sim, além de vivermos a conquista, também usufruirmos do caminho.
Viver é o agora, nas realizações do hoje, que seguramente garantirão um bom futuro, mas não vamos esperar a aposentadoria para desfrutarmos da vida.
“Arte de viver” está no simples e no agora!
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