Jefté pertencia à tribo de Manassés e era o filho primogênito de Gileade. Em hebraico, a palavra “Jefté” significa “Que Deus abra!”. Em aramaico significa “Deus abriu!”. Ele foi o 11º juiz de Israel (Números 26.19; Juízes 11.1).
Jefté foi juiz de Israel durante seis anos, ou seja, de 1.173 a 1.167 AC, no período em que Eli era o sacerdote de Israel e que o jovem Samuel se preparava para ser o próximo profeta daquele reino (Juízes 11.26; 12.7).
Antes de casar-se com Gileade, a mãe de Jefté fora prostituta em Israel. Casada, deixou a prostituição e passou a ser a segunda esposa de Gileade. Foi quando Jefté nasceu.
Quando Gileade morreu, os meios-irmãos de Jefté, filhos da esposa primária do Gileade, o expulsaram da tribo, temendo que ele viesse a herdar tudo o que o pai deixara, em razão dele ser o primogênito (Deuteronômio 21.15-17).
Quando Jefté foi expulso por seus meios-irmãos, passou a morar na terra de Tobe, região ao leste de sua tribo, fora dos limites de Israel. Nessa fronteira, Jefté ficou vulnerável aos ataques dos amonitas, povo inimigo de Israel, liderado pelo rei Amom. Mas, de tanto repelir esses ataques, Jefté tornou-se um grande guerreiro.
Não demorou muito e se juntaram a Jefté homens tornados ociosos e desempregados pelos ataques dos amonitas, formando assim um exército de mercenários, tendo Jefté como líder (Juízes 11.3).
As famílias que viviam no território ao leste do rio Jordão, em especial as pertencentes às tribos de Rubem, de Gade e de Manassés eram formadas por criadores de gado. E, por essa razão, os ataques dos amonitas haviam tirado os bens e o meio de vida dessas famílias (Juízes 10.6-10).
Enquanto a nação de Israel se enfraquecia, os amonitas e as outras nações circunvizinhas se fortaleciam. Por 18 anos Israel foi explorada pelas nações estrangeiras. O povo de Israel se voltou para a idolatria, adorando falsos deuses e ídolos pagãos, incorrendo assim na ira do Senhor Deus. Até que o rei Amom decidiu subjugar de vez o povo de Israel e preparou-se para uma invasão em grande escala (Juízes 10.7-17; 11.4).
Com isso, Israel congregou-se na região de Mispá. Os meios-irmãos de Jefté eram os líderes de suas famílias, e precisavam de um comandante experiente e de uma liderança abalizada. Então, resolveram apelar para que Jefté se tornasse o general das tropas israelitas, pois ele já era conhecido pela sua bravura e pela sua sagacidade como comandante militar. Jefté aceitou o convite, com a condição de que seria o governante maior de Israel quando terminasse o conflito. Assim, tornou-se o principal líder militar da nação (Juízes 11.1-31).
A fim de garantir a sua vitória contra os amonitas, Jefté fez um voto a Deus, que está registrado no texto de Juízes 11.30-40. Porém esse voto de Jefté demonstrou ser um voto apressado, senão totalmente desastrado. No entanto, foi um voto sacrificial e teria que ser cumprido. Nesse caso, Jefté votou (prometeu) que se Deus lhe desse a vitória total sobre os exércitos amonitas, ele ofereceria em holocausto a Deus a primeira pessoa (ou animal) que lhe viesse ao encontro na sua volta para casa
E quem lhe veio ao encontro da sua volta para casa? A sua filha única, com adufes e danças. E, Jefté muito se arrependeu de seu voto apressado..
Vencidos os amonitas, Jefté tornou-se o governante maior de toda a Israel. No entanto, os efraimitas (da tribo de Efraim), que se consideravam os dominantes de toda a região norte de Israel, recusaram-se orgulhosamente de reconhecer Jefté como o líder principal, e procuraram justificar-se, inventando uma acusação falsa de que Jefté não os havia convocado para a guerra contra os amonitas. E, por essa razão, diziam-se ofendidos com ele. Então, ameaçaram queimar a casa de Jefté, com todos os seus familiares dentro (Juízes 12.1).
Como se não bastasse, os efraimitas ainda zombavam de Jefté, relembrando a sua expulsão de casa pelos seus meios-irmãos, quando da morte de seu pai (Juízes 12.2-4).
Na luta que se seguiu, os efraimitas foram derrotados e desbaratados pelas tropas de Jefté, que cercaram toda a região norte de Israel, onde moravam os efraimitas.
Para evitar que os efraimitas fugissem ao cerco ou se infiltrassem entre os soldados de Jefté, foi criada uma senha, ou palavra de passe, que deveria ser corretamente pronunciada quando solicitada. A palavra era “Schimbolet” em hebraico ou “Ximbolete” em aramaico. Assim, quando alguém tentava atravessar o rio Jordão ou passar pelas suas margens, e não era reconhecido pelos soldados de Jefté, lhe era cobrada a senha. Se não soubesse pronunciar corretamente a senha, era considerado espião e degolado em seguida.
Assim, os efraimitas em fuga, durante seu conflito com Jefté, traíam-se às sentinelas do exército de Jefté, nos vaus do rio Jordão, por não pronunciarem corretamente o som inicial de “sch” ou “xi” desta senha. Eles diziam “Simbolete” ou “Quimbolete” (Juízes 12.4-6).
Assim, tornou-se evidente que havia alguma variação de pronúncia entre as tribos, assim como também em tempos posteriores, os da Galiléia tinham um sotaque diferente dos da Judéia (Mateus 26.73; Lucas 22.59). E, assim por diante.
A palavra “Ximbolete” significa “espiga”, em aramaico. Em hebraico, “Schimbolet” significa “curso d’água”.
Jefté foi juiz de Israel durante seis anos, ou seja, de 1.173 a 1.167 AC, no período em que Eli era o sacerdote de Israel e que o jovem Samuel se preparava para ser o próximo profeta daquele reino (Juízes 11.26; 12.7).
Antes de casar-se com Gileade, a mãe de Jefté fora prostituta em Israel. Casada, deixou a prostituição e passou a ser a segunda esposa de Gileade. Foi quando Jefté nasceu.
Quando Gileade morreu, os meios-irmãos de Jefté, filhos da esposa primária do Gileade, o expulsaram da tribo, temendo que ele viesse a herdar tudo o que o pai deixara, em razão dele ser o primogênito (Deuteronômio 21.15-17).
Quando Jefté foi expulso por seus meios-irmãos, passou a morar na terra de Tobe, região ao leste de sua tribo, fora dos limites de Israel. Nessa fronteira, Jefté ficou vulnerável aos ataques dos amonitas, povo inimigo de Israel, liderado pelo rei Amom. Mas, de tanto repelir esses ataques, Jefté tornou-se um grande guerreiro.
Não demorou muito e se juntaram a Jefté homens tornados ociosos e desempregados pelos ataques dos amonitas, formando assim um exército de mercenários, tendo Jefté como líder (Juízes 11.3).
As famílias que viviam no território ao leste do rio Jordão, em especial as pertencentes às tribos de Rubem, de Gade e de Manassés eram formadas por criadores de gado. E, por essa razão, os ataques dos amonitas haviam tirado os bens e o meio de vida dessas famílias (Juízes 10.6-10).
Enquanto a nação de Israel se enfraquecia, os amonitas e as outras nações circunvizinhas se fortaleciam. Por 18 anos Israel foi explorada pelas nações estrangeiras. O povo de Israel se voltou para a idolatria, adorando falsos deuses e ídolos pagãos, incorrendo assim na ira do Senhor Deus. Até que o rei Amom decidiu subjugar de vez o povo de Israel e preparou-se para uma invasão em grande escala (Juízes 10.7-17; 11.4).
Com isso, Israel congregou-se na região de Mispá. Os meios-irmãos de Jefté eram os líderes de suas famílias, e precisavam de um comandante experiente e de uma liderança abalizada. Então, resolveram apelar para que Jefté se tornasse o general das tropas israelitas, pois ele já era conhecido pela sua bravura e pela sua sagacidade como comandante militar. Jefté aceitou o convite, com a condição de que seria o governante maior de Israel quando terminasse o conflito. Assim, tornou-se o principal líder militar da nação (Juízes 11.1-31).
A fim de garantir a sua vitória contra os amonitas, Jefté fez um voto a Deus, que está registrado no texto de Juízes 11.30-40. Porém esse voto de Jefté demonstrou ser um voto apressado, senão totalmente desastrado. No entanto, foi um voto sacrificial e teria que ser cumprido. Nesse caso, Jefté votou (prometeu) que se Deus lhe desse a vitória total sobre os exércitos amonitas, ele ofereceria em holocausto a Deus a primeira pessoa (ou animal) que lhe viesse ao encontro na sua volta para casa
E quem lhe veio ao encontro da sua volta para casa? A sua filha única, com adufes e danças. E, Jefté muito se arrependeu de seu voto apressado..
Vencidos os amonitas, Jefté tornou-se o governante maior de toda a Israel. No entanto, os efraimitas (da tribo de Efraim), que se consideravam os dominantes de toda a região norte de Israel, recusaram-se orgulhosamente de reconhecer Jefté como o líder principal, e procuraram justificar-se, inventando uma acusação falsa de que Jefté não os havia convocado para a guerra contra os amonitas. E, por essa razão, diziam-se ofendidos com ele. Então, ameaçaram queimar a casa de Jefté, com todos os seus familiares dentro (Juízes 12.1).
Como se não bastasse, os efraimitas ainda zombavam de Jefté, relembrando a sua expulsão de casa pelos seus meios-irmãos, quando da morte de seu pai (Juízes 12.2-4).
Na luta que se seguiu, os efraimitas foram derrotados e desbaratados pelas tropas de Jefté, que cercaram toda a região norte de Israel, onde moravam os efraimitas.
Para evitar que os efraimitas fugissem ao cerco ou se infiltrassem entre os soldados de Jefté, foi criada uma senha, ou palavra de passe, que deveria ser corretamente pronunciada quando solicitada. A palavra era “Schimbolet” em hebraico ou “Ximbolete” em aramaico. Assim, quando alguém tentava atravessar o rio Jordão ou passar pelas suas margens, e não era reconhecido pelos soldados de Jefté, lhe era cobrada a senha. Se não soubesse pronunciar corretamente a senha, era considerado espião e degolado em seguida.
Assim, os efraimitas em fuga, durante seu conflito com Jefté, traíam-se às sentinelas do exército de Jefté, nos vaus do rio Jordão, por não pronunciarem corretamente o som inicial de “sch” ou “xi” desta senha. Eles diziam “Simbolete” ou “Quimbolete” (Juízes 12.4-6).
Assim, tornou-se evidente que havia alguma variação de pronúncia entre as tribos, assim como também em tempos posteriores, os da Galiléia tinham um sotaque diferente dos da Judéia (Mateus 26.73; Lucas 22.59). E, assim por diante.
A palavra “Ximbolete” significa “espiga”, em aramaico. Em hebraico, “Schimbolet” significa “curso d’água”.