01/11/2020

Oratόria, Discurso, Pregação, e Ministração.

Ser um grande orador é um dom nato ou exercício pratico?
É um dom com exercícios práticos. Dominar o tema e o assunto, orar e treinar pelo menos uma hora por dia, no mínimo, meditação bíblica (uma por dia no mínimo) e a vida consagrada 24 horas por dia, conhecer a Bíblia por completo e depender da unção e do poder do Espírito Santo, só assim o orador estará apto para ser um grande pregador.
Qual a diferença de ministração, pregação e homilética?
- Pregação = É o ato de pregar ou declarar um sermão.
Ministração ou pregação é a homilia proferida em igrejas e festividades religiosas, sempre com o intuito de persuadir, seguir e viver o que se explica para o bem da fé cristã. Deve ser assunto específico e ordenado com começo, meio e fim.
- Homilética = Origina-se de “homilia”, que significa conversar e discursar. É  o sermão propriamente dito, resumido em preleção, que é a divisão de temas e tempos e dramatizado em arte. A homilética torna mais fácil a pregação do sermão, auxilia e analisa o texto do sermão.
Homilética é a “arte de pregar sermões.” “A ciência da pregação.”

Qual o objetivo do sermão?
Persuadir os perdidos a aceitarem a Cristo como Senhor e Salvador. Instruir os crentes sobre as grandes verdades da fé e como aplicá-las. Desenvolver nas crentes um sentimento de amorosa emoção para com Deus, despertando o sentimento de louvor. Estimular os crentes a dedicarem talentos, tempo, bens, influencia, vida, etc., ao serviço de Deus. Orientar os crentes para pautarem suas condutas diárias e relações sociais de acordo com os princípios cristãos. Fortalecer e alertar os crentes no meio de crises pessoais ou comunitárias.
Qual a diferença entre sermão doutrinário e vocacional?
- Sermão doutrinário = É um sermão didático . O dom de ensino era muito difundido no cristianismo nascente. Jesus era intitulado de “mestre” e seus seguidores de “discípulos.” Atende o desejo de aprender que existe na vida do crente; dá embasamento á ação; previne contra as heresias; contribui para o crescimento dos ouvintes e do próprio pregador.
- Sermão vocacional = Estimula a igreja para a vocação, abertura de novos trabalhos, ofertas missionárias, sermão de consagração.
Qual a diferença entre sermão moral e de alento?
- Sermão moral = Orientar os crentes de acordo com os princípios morais como: matrimonio, adultério, divórcio, justiça social,racismo, dignidade da pessoa
- Sermão de alento (ou pastoral) = Focaliza o cuidado de Deus para com o seu povo e o livramento que o Senhor opera.
Qual a classificação do sermão quanto à estrutura?
- Sermão tópico ou temático.
- Sermão textual.
- Sermão expositivo.
Explique os perigos do uso do sermão tópico e do temático?
O sermão tópico ou temático trata de um tópico e não de um texto bíblico em particular. As divisões derivam-se do tópico ou (temas), seu tema deriva de um texto, mas as divisões são aleatórias, arranjadas. As divisões nada tem a ver com o texto.



Quais devem ser o assunto e o título do sermão?
-As escrituras.
- A experiência do povo e do pregador.
- Calendário da igreja, da denominação, do país.
- momento histórico.
O sermão deve ter um título:
* claro, o que vai ser tratado,
*específico, não deve ser genérico,
*breve, de duas a sete palavras,
*original.
Qual deve ser o texto do sermão?
Texto é a passagem bíblica que serve de base para o sermão. O texto bem escolhido é aquele que apresenta a idéia central do sermão em uma sentença clara e definida.
O texto deve estar de acordo com a natureza da pregação, seve ser vantajoso para o povo e levar o povo a crescer no conhecimento da Bíblia.
Qual deve ser a estrutura do sermão?
A estrutura do sermão é indispensável para um bom pregador. Uma boa estrutura ajuda a compreensão do 
sermão, a aceitação tem que ser convincente e fácil de ser lembrada a mensagem do sermão.
Quais os tipos de introdução do sermão?
Introdução : textual, contextual, de problema, de objetivo, de citação, de ilustração, de introdução de experiência, de perguntas, de ocasião especial e de estatística.
 Por que as ilustrações no sermão dão vida ao discurso?
É um meio pedagógico eficiente, auxiliam a memória e o povo se lembra mais das ilustrações do que das argumentações. Ajudam a convencer e despertam reação emotiva.
 Como deve ser a conclusão do sermão?
A conclusão é o ponto alto do sermão. Poe abaixo ou salva o sermão. A conclusão deve ser clara e breve, pessoal, positiva, deve ter vida, mas deve ser amorosa.
Resuma os bons hábitos durante a pregação?
- Cuidado com a aparência,
- Cuidado com regionalismo
- Use seu próprio estilo,
- Fale ás pessoas (bancos, paredes não convertem.),
- Module a voz,
- Evite os vícios de linguagem (tá, Né, etc),
- Evite chavoes (como acompanhar um sermão de 30 minutos com mais de 60 “aleluias”).
O que você entende por fluência do tema?
Preparar um tema para um sermão onde se pode pregar com facilidade e alcançar o objetivo desejado dentro daquele sermão, falando fluentemente um tema específico para um auditório comovido e interessado no “assunto colocado.
Quais são os efeitos psicológicos de um pregador iniciante e como vencê-lo?
Medo, temor, sudorese, gagueira, perda parcial da memória, trepidar das palavras, balbuciar da voz, desbotamento da fisionomia, o sangue foge da pele, etc.
Para vencer tudo isso é necessário ir acostumando com o local, dar testemunhos, cantar louvores, dar avisos, enfim, fazer algum trabalho ambienta, o cérebro vai se acostumando com os reflexos psicológicos. O nervosismo controlado produz melhor retórica.
 Qual a diferença entre: discurso, oratória e aulas dominicais?
- Discurso = Não é pregação oficial do celebrante. Deve ficar cerca de 3 minutos elogiando o homenageado e enaltecendo os convidados ilustres. É uma reunião solene. Uma ministracao em casamento, na residência ou salão de festa. Faz discurso em aniversário, funeral, noivado e evento festivo. Deve ser sempre ministrado por pessoa célebre, para enriquecer a festa de gala.
- Arte de falar em público = Não se faz oratória todos os dias ou no mesmo lugar todas as semanas. A oratória não pode ser costumeira.
- Aulas dominicais = Lecionar, conversar, fazer perguntas e sanar dúvidas pedagogicamente. O ministrante precisa ter conhecimento e deve preparar a semana toda. O professor tem que possuir muito preparo e falar de perto os olhos nos olhos de todos.
 Como persuadir e dissuadir?
Persuadir é convencer uma pessoa a deixar alguma coisa ruim para ingressar num caminho promissor. Conduzir o ouvinte a reconhecer o estado de perdido pecador e levá-lo ao reconhecimento da necessidade de perdão e de reconciliação com o criador.
Dissuadir é comover a pessoa a deixar algo errado ou inconveniente. Levar o pecador a deixar os caminhos que conduzem á perdição e sofrimento eterno, além da morte.
 -O que é vocalização?
É fazer exercícios e trabalho de melhoria de voz para adquirir uma voz agradável e gostosa de ser ouvida.
 -O que é arte dramática?
Pronunciar as palavras com uma mímica, a fim de exprimir dupla mensagem para o ouvinte reter e assimilar com maior penetração, facilidade e rapidez.
Fazer a pregação com gestos, melhora 50% a compreensão do ouvinte. Oratória é a arte mais bela da comunicação, se acompanhada com todas as expressões nos momentos certos.
 Quais são os recursos mímicos que devem ser usados para ministrar numa igreja com até 200 pessoas?
O corpo, pernas e pés, braços e mãos, cabeça, ombro, olhos e sombrancelhas, bater no peito, unir as mãos e braços.
 O que significa decoro ou ética do orador?
R:Não pronunciar palavras feias, de baixo calão, ridícula e indecoros, vestir elegantemente, social, terno limpo e bem passado, deve estar barbeado e cabelo feito, super social, não ficar olhando para o teto, nem para o relógio, no púlpito Deve ser um exemplo de elegância e comportamento social porque é um lugar santo e de reverência etc.



Igrejas pentecostais e comunidades ecléticas

Por que as igrejas pentecostais e comunidades ecléticas, de louvor e avivamento, cura, alta estima, prosperidade e libertação crescem mais que as demais?
         Elas adotam explicitamente a profecia e revelação, visão e libertação e, maravilha, milagres e cura espiritual. O povo gosta muito de demonstração de  coisa sobrenatural.
        As comunidades levam uma vantagem, pois atingem com mais facilidades os jovens ou até pessoas de meia idade, que são amantes das danceterias, clubes, etc. então, os de outras igrejas devem entender o seu papel, na tentativa de evangelização, e a sua grande colaboração no crescimento da Igreja Espiritual, que será arrebatada.
      A tendência hoje é haverem tipos ecléticos, pega melhor para a sociedade atual, em que estamos vivendo e o Espírito Santo fará o seu papel, que é convencer do pecado, do juízo e da justiça e vidas serão genuinamente transformadas, com o aproveitamento de 80 ou 90%.         


Quanto a profecias e revelações: adverte-se que as igrejas sejam prudentes, pois já ficou provado que, muitos profetas e profetisas deixam a carne falar ou o inimigo usá-los.  Mesmo que existem aqueles que verdadeiramente são vasos de Deus e sabem transmitir o seu recado, existem também irresponsáveis querendo apenas brincar com os filhos de Deus. Portanto é necessário tomar muito cuidado ao receber um profeta em sua igreja. Na dúvida, é melhor ter mais estudos bíblicos, cursos, orações, trabalhos de curas, libertação e evangelismo, do que cultos com avivamentos emocionalistas. 
       A profecia que não é de Deus, traz doença, maldição, fraqueza mental e psicológica.
Qual a diferença doutrinária entre uma convenção pentecostal e uma tradicional?


          - pentecostal= Segue a prática bíblica do batismo nas águas, por imersão, como símbolo de obediência e publicação da fé interior; aceita profecias e re velações, desde que seja examinado a vida do profeta, aceita cura divina pela fé pessoal, bem como, libertação espiritual por meio da conversão e vida consagrada e recebimento de dons espirituais para cultivo interior. Crê no batismo com/no Espírito Santo com evidência de línguas estranhas.
          - Tradicional= Segue a prática bíblica do batismo nas águas, por imersão, como obediência e profissão pública de fé; crê que o batismo e selo com o Espírito Santo se dão no momento e hora da conversão e sem a evidência de línguas estranhas e que as línguas estranhas do dia de pentecostes foi um dom de idiomas pátrios. Crê que profecia hoje são o próprio texto da Bíblia e sua meditação. Deve sempre sempre invocar o Pai, por meio de seu Filho Jesus e o Espírito Santo é uma consequência embutida e interna dessa invocação

ESTUDO DO LIVRO DE LEVÍTICO

Conforme é indicado no seu nome, “Levítico”, esse terceiro livro de Moisés salienta a função dos sacerdotes de Israel, aqueles membros da tribo de Levi que Deus escolheu para servir em Seu santuário (Dt. 10.8). Muitos cristãos, por causa disso, imaginam que Levítico é uma espécie de Manual técnico que fornecia orientação aos sacerdotes antigos sobre os detalhes de cerimônias que não são mais observadas pelo povo de Deus; em resultado disso, o livro de Levítico é atualmente a porção menos apreciada do Pentateuco. Na realidade, porém, sua mensagem era originalmente dirigida a todos os crentes (Lv 1.2), e suas verdades continuam revestidas de significação primária para o povo de Deus. Pois o livro de Levítico constitui a primeira revelação detalhada acerca do vigoroso tema do Grande Livro como um todo, a saber, do modo pelo qual Deus restaura a Si mesmo homens perdidos. Tanto a atividade redentora de Deus como a resposta da apropriação que se espera da parte do homem são sumariadas no versículo chave, “Ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus”(20.26).
A primeira metade de Levítico (caps.1-16) apresenta uma série de ações religiosas que pinta o caminho através do qual Deus redime os perdidos, separando-os de seus pecados e das conseqüências destes. Os diversos sacrifícios (caps 1-7) eram antecipação da morte de Cristo no Calvário. Os sacerdotes Levítico (caps 8-10), portanto, prefiguravam o fiel serviço de Cristo ao fazer reconciliação no tocante aos pecados do povo (Hb 2.17). As leis sobre higiene (caps 11-15) serviam de lembretes constantes do arrependimento e da separação das impurezas que devem caracterizar os remidos (Lc 13.5); enquanto o grande dia do culto expiatório (Lv 16) proclamava o perdão de Deus àqueles que se humilhassem em confiante entrega ao Cristo, que ainda haveria de prover acesso ao próprio céu (Hb 9.14).
Porém, a salvação não consiste meramente na separação do que é errado; envolve uma união positiva com aquilo que é correto. Por isso é que a segunda metade de Levítico (caps 17-27) apresenta uma série de padrões práticos aos quais os homens precisam moldar-se vivendo em santidade. Isso inclui expressões de devoção em questões cerimoniais (cap 17) e de adoração (caps 23-25), porém, centraliza sua atenção em questões que envolvem a conduta diária (caps 18-22). O próprio Cristo sintetizou a lei divina (Mt 22.37-40), ao falar de um amor de todo o coração, a Deus, e ao citar um trecho dessa seção de Levítico, “... amarás o teu próximo como a ti mesmo...” (19.18).
Assim sendo, o livro de Levítico existe primariamente como uma legislação proferida por Deus: “Chamou o Senhor a Moisés e... lhe disse: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes...” (1.1.2). As duas narrativas históricas (caps 8-10 e 24.10-23) servem de pano de fundo para as questões legislativas; e a única outra variação quanto à forma, o sermão,
final e exortativo de Moisés (cap 26), ainda é seguida por um apêndice de lei que regulam
questões que em si mesmas não são obrigatórias (cap 27).
Em mais de 50 pontos, em seus 27 capítulos, o livro de Levítico afirma compor-se das palavras que Deus dirigiu a Moisés. O Novo testamento, igualmente, introduz uma citação tirada do livro quando diz: “ora.Moisés escreveu...”(M 10.5). Os críticos que relegam o livro de Levítico a um milênio depois de Moisés, fazem-no às expensas da integridade da evidência bíblica. As Escrituras descrevem o livro de Levítico como obra que foi transmitida a Israel logo depois que os israelitas foram adotados como povo com quem Deus fez aliança (Ex 19.5). Foram-lhes dada a lei moral básica, o Decálogo (Ex 20), e a presença de Deus havia prometido (Ex. 25.22), para servir de guia para a vida e adoração perante Ele. Sua legislação e acontecimentos relatados cobrem algumas poucas semanas vividas pelo povo, desde a construção do tabernáculo por Moisés (Ex 20.17) até à partida de Israel do monte Sinai, menos de dois meses mais tarde (Nm 10.11), em maio de 1445 aC.; conforme a data atribuída pela maioria dos eruditos evangélicos.
Esboço
O CAMINHO DE ACESSO A DEUS, 1.1-16.34
A Propiciação da Ira de Deus: Sacrifício, 1.1-7.38
Com Devoção de Todo o coração: Ofertas Queimadas, 1.1-17;6.8-13
Com Labor Consagrado: Ofertas de Manjares, 2.1-16; 6.14-23
Com Comunhão Reconciliada: Oferta Pacífica, 3.1-17;7.11-34
Com Castigo Vicário: Oferta pelo Pecado, 4.1-5.13; 6.24-30
Com Reparação Justa: Oferta pela Transgressão, 5.14 – 6.7; 71-10
A Intercessão pelo Ministério de Deus: Sacerdócio 8.1 – 10.20
Preparando os Ministros: Ordenação Araônica 8.1 -36
Inaugurando o Ministério: Dedicação do Tabernáculo, 9.1-24
Disciplinando contra o Sacrilégio: Nada a Abiu, 10.1 20
A Purificação do Povo de Deus: Higiene, 11.1 – 15.33
Do que é Repulsivo na Natureza: Animais, 11.1 – 47
De Depravação Congênita: Nascimento, 12. 1-8
Da Corrupção Corporal: Lepra, 13.1 – 14 57
Da Poluição Sexual: Emissões, 15.1 -33
A Realização da Reconciliação: Dia da Expiação, 16.1 -24
O MODO DE VIVER PARA DEUS: Santidade, 17.1 -27.34
O Padrão Cerimonial: Reverência pelo sangue, 17.1-16
O Padrão Moral: Conduta Ética, 18.1-36
Pureza na família: oral sexual, 18.1-36
A Conduta Agradável ao Senhor; Ética Geral, 19.1-37
Punição contra Violação Sanções, 20 1-2
O Ministério sem Repreensão: Padrão Sacerdotal, 21.1 – 23.33
O Padrão Devocional: Adoração Regular, 23.1 – 25.55
Tempo Disciplinado para Deus: Festas 23.1-44
A Ordem no Santuário: adoração no Tabernáculo, 24.1-9
A Reverência pelo Nome de Deus: Blasfêmia, 24.10-23
Extensão do Sábado: Ano Sabático, 25. 1-55
O Apelo Final: Exortação, 26.1-46
Apêndice sobre Votos Voluntários Devocional, 27.1-34

Fonte para pesquisa Teólogo Dilmar Pereira

ADORAÇÃO

Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são adoradores assim que o Pai procura. Deus é espírito; e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito eem verdade." João 4:23-24
Verdadeira adoração não tem a ver com canções, vocais, bandas ou corais. Todas essas coisas contribuem para uma grande expressão de adoração, mas a essência da adoração é quando seu coração e alma e todo o seu ser estão ligados e adoram o Espírito de Deus.
A maioria das pessoas está mais acostumada com adoração congregacional como uma igreja, mas é quando você adora um a um, como um amante de Cristo que você entra em uma intimidade onde estão só você e o Senhor, como nunca se viu antes.
Adoração é um ato de obediência do coração. É uma resposta que exige a plenitude de tudo o que você é, por amor ao Senhor pelo que Ele é, não apenas pelo que Ele faz.
Louvor, por sua vez, é uma explosão de ações de graças e fé. Não é apenas canções rápidas, mas um sacrifício de louvor que é freqüentemente ofertado até quando não se sente que deve louvar, até que você diz: " eu louvarei ao Senhor em todo o tempo, Seu louvor estará continuamente em meus lábios, eu irei a sua presença com ações de graças em meu coração e entrarei em seus átrios com louvor."
Adoração vai além do nosso sentimento, ou das circunstâncias que você está vivendo. Leva você a magnificente presença de Deus. "Dê ao Senhor a Glória do Seu nome: tragam uma oferta e venham diante dEle. Oh, adorai ao Senhor na beleza da sua santidade!" (2 Crônicas 16:29)
Adoração é alguma coisa que é vista pelos seus atos e não apenas pelas palavras que se fala ou canta. Não é um ritual. Você não vai a igreja e segue fórmulas. Adoração envolve o nosso coração, mente e vontade. Adoração é se dar totalmente, em toda verdade e honestidade, envolvendo e refletindo o amor e generosidade de Cristo.
A palavra adorar é um verbo, uma palavra de ação. Isto significa estar cheio de adoração, se prostrar, reverenciar, e permanecer na profundidade da beleza do Senhor.
Adoração é mais do que cantar belas canções na igreja. É mais do que instrumentos e música. Como um verdadeiro adorador, seu coração poderá adorar ao Senhor em todo o tempo, em todos os lugares e com toda a sua vida.
As escrituras dizem que devemos trazer uma oferta, embora você sinta que não tem nada a oferecer. Tudo o que Deus quer é o seu coração. Ele não precisa do seu talento, sua habilidade musical ou todas as coisas que você pode fazer - Ele quer você!
Nós podemos aprender muito com o salmista Davi. Como um jovem pastor de ovelhas, ele não era tão surpreendente - ele era simplesmente muito fiel e verdadeiramente amava a Deus. Deus viu o coração daquele servo e o descreveu como "eu encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda minha vontade." (Atos 13:22).
Você não tem que ser um grande cantor ou músico para ser um grande adorador. Mesmo estando em um corpo, ou como um indivíduo, abra o seu coração e adore ao Senhor com todo o seu ser. Isto é o que ele está pedindo.
Deus abençoe

IMPORTANTE PARA VOCÊ QUE ESTÁ COMEÇANDO:

Algumas atitudes lhe ajudarão a crescer como novo convertido:

Leia a Bíblia diariamente

A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada. Além de anunciar as Boas Novas de perdão e vida eterna, ela também responderá às várias dúvidas que você terá à medida que tentar viver de maneira a agradar a Deus. Ela capacitará você a estar "perfeitamente preparado para toda a boa obra". (2 Timóteo 3:17)

Veja algumas sugestões para sua leitura diária da Bíblia:

1. Leia o Novo Testamento nessa ordem:

Primeiro, leia todo o Evangelho de Lucas, um capítulo por dia. Ele o ajudará a entender os princípios básicos do Evangelho.
Depois o livro de Atos. Você vai ler a incrível história de como os primeiros discípulos de Jesus espalharam as Boas Novas da Sua morte e ressurreição.
A seguir, leia algumas cartas que os apóstolos de Jesus escreveram para os seus primeiros discípulos, aqueles que eram novos na fé, assim como você. Essas cartas vão do livro de Romanos até a terceira Carta de João.
Depois, volte para os evangelhos e leia um destes: Mateus, Marcos ou João.
Depois comece a ler a Bíblia toda começando de Gênesis; pois esta é a carta de DEUS para você e deve ser lida toda.

2. Pense sobre o que está lendo, estude e analise. Peça para o seu pastor ou um amigo evangélico mais maduro uma sugestão de um bom estudo bíblico. Além de nos revelar a pessoa de Deus, a Bíblia contém mais princípios de sabedoria do que qualquer outro livro no mundo.

3. Leia o Livro de Salmos, que é o livro de adoração do Velho Testamento, para enriquecer a sua devoção a Deus.

4. Leia o Livro de Provérbios para adquirir sabedoria e bom senso e para fortalecer o seu relacionamento com outras pessoas.

5. Ore pedindo entendimento. O Espírito Santo ajudará você a ver a vida com a perspectiva de Deus. (Salmos 119:18)

6. Sempre que puder, converse com outras pessoas sobre o que você está aprendendo.

Ore Diariamente

Fale sempre com Deus. Conte os seus problemas a Ele. Deixe-O carregar o peso dos seus problemas. (Leia Mateus 11:28; 1 Pedro 5:7).

Louve e agradeça a Deus pelo que Ele é e pelo que fez por você. Reconheça sua fraqueza. Confesse seus pecados de maneira específica. Ore pedindo por outras pessoas para que elas também venham a receber Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

Sugestões para a sua hora devocional diária:

Defina um horário, de preferência pela manhã, quando você está descansado e sua mente mais tranqüila. Faça disso um hábito.
Escolha um lugar tranqüilo, onde você possa ficar sozinho com Deus.
Faça uma lista dos pedidos de oração; ore por você e por outras pessoas.
Primeiro leia e medite sobre um texto das Escrituras e depois gaste alguns momentos em oração.
Depois que este momento com Deus se encerrar, entregue o dia que está começando e a sua vida a Ele.

Aprenda a Depender do Espírito Santo

Deus, na verdade, é três pessoas em uma: Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e Deus Espírito Santo. A Bíblia ensina que o Espírito Santo vive dentro daquele que realmente crê em Cristo e sequi a Ele. (João 14: 16-17) A Bíblia diz o Espírito Santo, por habitar em você, é o seu consolador e ajuda-lhe a entender a verdade revelada na Palavra de Deus: "O Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito".(João 14:25)

O Espírito Santo:

Ensinará
Guiará
Fortalecerá quando você precisar
Consolará
Edificará
Exortará

Freqüente uma Igreja Regularmente

Quando você recebeu a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal, você iniciou um relacionamento não só com Jesus Cristo, mas também com outros, que tomaram este passo de fé, crentes. Não importa qual era a sua opinião antes, mas ir a igreja hoje é uma experiência rica e recompensadora.

Através do ensino e da pregação da Palavra de Deus a sua compreensão d'Ela será cada vez maior.
Você terá oportunidade de fazer perguntas e discutir sobre as Escrituras com outras pessoas.
Você aprenderá a adorar a Deus, isto é, louva-Lo por tudo que Ele é, e agradecer por tudo que Ele tem feito por você.
Adorando, aprendendo e servindo com outros cristãos, você descobrirá outras pessoas com quem pode ter uma amizade duradoura, uma amizade, que será para toda a eternidade!
Frequente a Escola Bíblica Dominical para que possa aprender melhor a Palavra de DEUS.

Esteja a Serviço dos Outros
Você descobrirá que quanto mais se der servindo ao próximo, mais prazer você terá na sua vida cristã. Pergunte ao seu pastor de que maneira você pode servir a Cristo e ser Sua testemunha. "Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para andássemos nelas" (Efésios 2:20).

Aprenda a Livrar-se de Suas Dúvidas

Às vezes, você poderá duvidar de que seja realmente filho de Deus:

Poderá haver algumas grandes falhas na sua vida cristã.
Você poderá se pegar pensando em coisas que um crente não deveria pensar.
Poderá ser perturbado por pecados não confessados.

Quando isso acontecer, será bom que você se lembrar que não foi salvo por causa das coisas boas que fez, mas pelo que Cristo fez por você. Releia as primeiras páginas desse texto. Fique certo de que se você já recebeu Jesus Cristo pela fé, e agora é um filho de Deus.

Lembre-se de 1Jo 1.9 = Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

Aprenda a Viver Um Dia de Cada Vez

Ficamos ansiosos com muita freqüência! Ficamos doentes de preocupação com o que pode acontecer amanhã. Tentamos atravessar pontes às quais ainda não chegamos!

A Bíblia nos ensina a não ficarmos ansiosos sobre o que pode acontecer amanhã (Veja Mateus 6:33-34).
A Bíblia também promete que "Dure a sua força como os seus dias" (Deuteronômio 33:25 - versão NVI). Em outras palavras, a graça de Deus será suficiente para o desafio de cada novo dia.

Aprenda Sobre a Benção do Sofrimento

Dificuldades, enfermidades e todos os tipos de sofrimentos ganham outro sentido quando você tem Cristo em sua vida: Você passa a ver as dificuldades, as enfermidades e todos os tipos de sofrimento com outros olhos quando tem Jesus Cristo no coração: Difficulties, ill health and all kinds of suffering have a new perspective when you have Christ in your life:

Ao invés de ficar em despedaçado, você pode ser fortalecido.
Ao invés de ser um peso para outras pessoas, você pode ser uma bênção. Quando você perceber qual é a dimensão, o consolo e a força de Deus através das experiências da vida, crescerá na fé.

Aprenda a Lidar Com a Tentação
A tentação é parte da vida. Ela já existia antes de você receber a Jesus e ainda existe. Não é pecado ter maus pensamentos de vez em quando. No entanto, é pecado escolher abrigar tais pensamentos na sua mente constantemente. A Bíblia diz "Vigia e orai, para que não entreis em tentação. Na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca". (Mateus 26:41). Quando Jesus foi tentado no deserto, Ele respondeu ao diabo usando a Escritura. Três vezes Ele disse "Está escrito ..." (Mateus 4:4, 7 e 10). Esteja preparado para a tentação orando e usando o seu conhecimento da Palavra de Deus.

A Bíblia diz
"Não veio sobre vós tentação, senão humana. E fiel é Deus , que não vos deixará tentar acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar". (I Corintios 10:13)

Esteja preparado para tirar vantagem da "saída" de Deus para a tentação, quer seja "fugindo" do local de tentação (I Timóteo 6:11) ou ficando no local e "resistindo" a ela (Tiago 4:7).

Fale aos outros sobre Jesus
Deixar que outros saibam sobre a sua nova vida com Cristo, através das suas palavras ou de atitudes, é uma das experiências mais compensadoras que você pode ter. O apóstolo Pedro nos incentiva dizendo "estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós". (I Pedro 3:15)




Issacar do desprezo paterno ao reconhecimento Real

Issacar.JPG  Issacar (em hebraico: יִשָּׂשכָר, hebraico modernoYisakhartiberianoYiśśâḵār; ("Prêmio; recompensa") de acordo com o Livro de Gênesis, um filho de Jacó e Lia (o quinto filho de Lia, e o nono filho de Jacó), e o fundador da Tribo Israelita de Issacar. O texto da Torá dá duas etimologias diferentes para o nome de Issacar que atribuem a fontes diferentes - um para o Yahwist e o outro ao Elohist. O primeiro ser que deriva de sakar de ish, que significa acordo, ou contrato, em referência para o acordo de Lea para coabitar com Jacó pelo preço de algumas mandágoras e o segundo ser que deriva de sakar de yesh, significando que há uma recompensa, em referência que a opinião de Lea quanto ao nascimento de Issacar, era uma recompensa divina por emprestar a sua criada Zilpa a Jacó. A explicação anterior é a mais provável para o nome de uma tribo, entretanto há uma terceira etimologia - que deriva de ish Sokar, significando o homem de Sokar, em referência à tribo que originalmente adorava Sokar, uma deidade egípcia.• Antes de morrer, Jacó chama seus filhos para abençoá-los. No 
momento de abençoar Issacar, assim lhe profetiza: 
“Issacar é jumento de fortes ossos, de repouso entre os 
rebanhos de ovelhas. Viu que o repouso era bom e que a terra 
era deliciosa; baixou os ombros à carga e sujeitou-se ao trabalho 
servil” (Gn 49.14). 
• Jacó profetizara que seu filho e seus descendentes seriam pessoas 
que teriam grande força mas que, como muitos cristãos nos dias 
atuais, preferem ceder ao jugo cananeu e servi-los, com isso vivendo 
uma vida confortável numa terra confortável (como foi o caso daquela 
tribo) que lutar pela sua liberdade mesmo que isso significasse o risco 
de perder “vantagens”. 
  
Filho da mulher “menos” amada , ressentida e  ,  enciumada   
• Issacar foi o quinto filho de Jacó e Lia. 
• Jacó, após trabalhar 7 anos para se casar com Raquel, na noite de 
núpcias não percebeu que recebera por esposa Lia, irmã mais velha 
de Raquel. Jacó só percebeu na manhã seguinte e, indignado pela 
armação de seu sogro, teve que trabalhar mais sete anos para se 
casar com a “mulher que amava”, o que viria acontecer uma semana 
depois. 
 Uma das doze tribos de Israel; os descendentes de Jacó por meio de seu filho Issacar.
Quando se fez o primeiro censo depois da saída do Egito, o número de varões vigorosos aptos para a guerra, de 20 anos ou mais, dessa tribo, era de 54.400. (Núm 1:17-19, 28, 29) Um censo similar feito uns 39 anos depois mostrava que a tribo elevara seu número de registrados para 64.300, e, nos dias de Davi, sua força combatente somava 87.000. (Núm 26:23-25; 1Cr 7:5) Houve 200 cabeças dessa tribo que se dirigiram para Hébron, em 1070 AEC, quando Davi foi coroado “rei sobre todo o Israel”. — 1Cr 12:23, 32, 38.
No esquema do grande acampamento no ermo, as famílias de Issacar, junto com as da tribo de seu irmão germano, Zebulão, ficavam nos flancos de Judá, do lado L do tabernáculo (Núm 2:3-8); quando em marcha, esta divisão de três tribos foi designada para partir primeiro. (Núm 10:14-16) As bênçãos de despedida de Moisés sobre as tribos agrupavam Issacar e Zebulão (De 33:18), porém, alguns anos depois, foram separadas, quando as tribos foram divididas em dois grupos para ouvir a leitura das bênçãos e das maldições da Lei entre as montanhas de Gerizim e Ebal. — De 27:11-13; Jos 8:33-35.
Quando foi repartida a Terra Prometida, Issacar foi a quarta tribo escolhida por sorte para receber sua herança, que resultou ser mormente situada no fértil vale de Jezreel. Limitavam-se com Issacar, ao N, os territórios tribais de Zebulão e de Naftali, a L, o rio Jordão, ao S, o território de Manassés, e, ao O, parte da área consignada a Aser. O monte Tabor situava-se ao longo de sua fronteira N, com Zebulão, ao passo que a cidade de Megido situava-se perto de seu limites SO, e Bete-Seã estava na direção de seus limites SE. Neste território situavam-se várias cidades cananéias e seus povoados dependentes. (Jos 17:10; 19:17-23) Foi aqui, neste seleto vale, que a tribo de Issacar, segundo a bênção de Moisés, ‘alegrou-se nas suas tendas’. — De 33:18.
Assemelhar Issacar, filho de Jacó, a um “jumento de ossos fortes” evidentemente indicava uma qualidade também refletida na tribo que dele descendia. (Gên 49:14, 15) A terra que lhes fora consignada era deveras “agradável”, uma parte fértil da Palestina, boa para a agricultura. Issacar parece ter recebido de bom grado o trabalho árduo envolvido nessa tarefa. Seu ‘encurvar o ombro para levar fardos’ revela boa disposição. Assim, embora a tribo não se notabilizasse de forma especial, pelo que parece podia ser elogiada por assumir seu quinhão da carga de responsabilidade.
Certas cidades incluídas na possessão de Issacar foram designadas como cidades encravadas que pertenciam à tribo vizinha de Manassés, inclusive as destacadas cidades de Megido e Bete-Seã. (Jos 17:11) Várias cidades menores em seu território, junto com seus pastios circunvizinhos, também foram reservadas para a tribo de Levi. (Jos 21:6, 28, 29; 1Cr 6:62, 71-73) Mais tarde, Issacar forneceu seu quinhão (uma duodécima parte das necessidades anuais) para sustentar a corte de Salomão. — 1Rs 4:1, 7, 17.
Dentre os indivíduos preeminentes de Issacar havia Igal, o espia selecionado da tribo que juntou-se a outros em aconselhar Israel a não entrar na Terra Prometida. (Núm 13:1-3, 7, 31-33) Como maiorais da tribo, Netanel serviu depois do Êxodo (Núm 1:4, 8; 7:18; 10:15), Paltiel quando Israel entrou na Terra Prometida (Núm 34:17, 18, 26), e Onri durante o reinado de Davi. — 1Cr 27:18, 22.
Issacar foi alistado entre os que apoiaram o juiz Baraque na derrota das forças de Jabim, sob Sísera. (Jz 4:2; 5:15) Mais tarde, por 23 anos, Tola, da tribo de Issacar, foi um dos juízes de Israel. (Jz 10:1, 2) Após a divisão do reino unido, Baasa, de Issacar, foi o terceiro governante do reino setentrional. Iníquo que era, Baasa assassinou seu predecessor para ganhar o trono, e o deteve por 24 anos. (1Rs 15:27, 28, 33, 34) Cerca de 200 anos depois, Ezequias, rei de Judá, convidou os do reino setentrional para participarem na observância da Páscoa, e muitos de Issacar, aceitando o convite, viajaram a Jerusalém para a celebração. — 2Cr 30:1, 13, 18-20.
Nos livros de Ezequiel e de Apocalipse, Issacar é alistado com as demais tribos e, em vista da natureza profética dessas visões, a tribo obviamente tem significado simbólico. — Ez 48:25, 26, 33; Re 7:7.
Porteiro levita; sétimo filho do coraíta Obede-Edom. Issacar, junto com seus parentes, foi designado para montar guarda no lado S do santuário em Jerusalém. — 1Cr 26:1-5, 13, 15.




Apocalipse

Na visão de Jesus glorificado que João teve, o que significavam  as 7 estrelas e os 7 candeeiros?
R: 7 candeeiros = 7 igrejas da Ásia e 7 estrelas = 7 anjos das igrejas. Ap 1:20.
Onde se lê que um homem recebeu ordem para não chorar?
R: Apocalipse 5-5.
Qual a cor do cabelo e cabeça do Senhor Jesus em Glόria?
“...sua cabeça e cabelos eram brancos como a la branca, como a neve,...” (Ap 1:14)
Qual a letra do cântico novo que iremos cantar na Jerusalém Celeste?
(AP:5 ,9:19)
Qual a diferença entre Tribunal de Cristo e Tribunal do Juiz Final do Trono Branco?
- Tribunal de Cristo = Os crentes terão, um dia de prestar contas “ante o Tribunal de Cristo”, de todos os seus atos praticados por meio do corpo, sejam bons ou maus. Todos os crentes serão julgados; não haverá exceção (Rm 14:10,12; 2Co 5:10). Esse julgamento ocorrerá logo após o arrebatamento da Igreja (1Pe 5:4). O juiz será o Senhor Jesus Cristo (2Tm4:7,8). O instrumento de juízo será o fogo (Ap 1:14). A base do julgamento será a fidelidade dos crentes (A conduta cristã, as obras, o tratamento dispensado aos irmãos, a evangelização, obediência aos pastores, (1Co 4:2; 2Co 5:10; Jr 48:10; Rm 14:10; 1Co 9:16; Hb 13:17). O Tribunal de Cristo terá lugar nas regiões celestiais (1Ts 4:17). O propósito do julgamento do Tribunal de Cristo é galardoar os servos que forem achados fiéis (Ap 22:12). A Bíblia fala do julgamento do crente como algo sério e solene, porque inclui para este a possibilidade de dano ou perda, de ficar envergonhado diante de Cristo “na sua vinda” e de queimar o trabalho de toda a sua vida. (1Co 3:15 e  2Jo 8; 1Jo 2:28; !Co 3:13-15). Esse julgamento, não será para salvação, ou condenação. Será um julgamento de obras. Em suma, o crente terá que prestar contas da sua fidelidade ou infidelidade a Deus e das sua práticas e ações, (Mt 25: 21,23; Lc 12:48). As recompensas de cada um  serão coroas gloriosas que estão reservadas aos fiéis do Senhor por toda a eternidade.
- Tribunal do juízo do Grande Trono Branco = É assim chamado devido ás palavras do versículo 11 de Apocalipse capítulo 20, “... um grande trono branco...”.  O grande trono branco foi visto por João. O trono é grande porque representa o poder infinito de Deus. É branco porque representa sua justiça perfeita e completa. É o juízo dos ímpios mortos desde o tempo de Adão.O juízo será sem misericórdia (Tg  2:13). Será o dia de acerto de contas entre Deus, que estabeleceu um plano salvífico beneficiando toda humanidade, e os ímpios, de todas as épocas, que recusaram-se em atender a proposta divina. Nenhuma desculpa será aceita para justificar os pecados que macularam a vida de homens e mulheres de todos os tempos. Não haverá advogado de defesa. Não haverá perdão naquele dia. Serão julgados “grandes e pequenos” (Ap 20:12), isto é, diante do trono branco estarão grandes nomes da história: Os Faraós do Egito, reis, maldosos como Eglom (rei de Moabe), homicidas como Caim, traidores como Judas Iscariotes, mentirosos como Ananias e Safira. Ali estarão os governantes que praticaram verdadeiras atrocidades como Hitler, Mussolini, Id Amim Dadá, etc. Estarão também os falsos líderes religiosos que conduziram milhares de almas para a perdição eterna, com suas heresias, como Jin Jones, Reverendo Moon, etc. Os astros de Hollywood, que incitaram todo tipo de infidelidade conjugal, violência e irreverência, ali todos comparecerão. Estarão presentes diante do trono branco os mafiosos, os terroristas, os aliciadores de menores, os patronos das escolas de samba, os políticos corruptos que saquearam os cofres públicos. Porém, estarão diante do trono branco, cabisbaixos, aqueles que conheceram a Jesus como Senhor e Salvador, mas depois, a vaidade, o orgulho, o pecado os venceu, (Mt 7:21-23).  O juiz será o Senhor Jesus Cristo, ele julgará pessoalmente os que o rejeitaram (Jo 5:22,27-29). A igreja estará presente no julgamento do juízo final. No entanto, já julgada e galardoada, e em posição privilegiada, num júri, para julgar, (1Co 6:2,3). A Igreja não será julgada com os ímpios no trono branco (Rm 8:1). A justica divina está cumprida. Aqueles que não foram achados seus nomes escritos no Livro da Vida(registro dos nomes dos eleitos) serão lançados no lago de fogo “... Ali haverá pranto e ranger de dentes (Mt 8:12).
Haverá morte, moeda e comercio durante o milênio?
A morte não será tirada da terra (Is 65:20). O último inimigo que será destruído é a morte. Somente no fim do milênio a morte e todos os poderes infernais serão totalmente destruídos, na completa obra de Cristo no seu reinado (Hb 2:14,15; ICo 15:55,56). Portanto, a morte no milênio, ocorrerá em proporcoes resumidas, mas no milênio haverá morte sim.
Nesta época a terra será de uma fertilidade nunca vista – um jardim bem regado (Jr 31:12). Os apetrechos de guerra serão mudados em ferramentas agrícolas (Is 2:4). O milenio consiste em plantar, comer beber, viver em paz e em adorar ao Senhor. Será um período de muita paz e prosperidade, no entanto não precisará de moeda e comércio no milênio.
Qual o nome e a cor do nosso vestido na Jerusalém Celeste?
Linho fino, puro e resplandecente. Porque o linho fino são as justiças dos santos.(Ap 19:8).
Qual o nome das coroas que iremos receber nas Bodas do cordeiro?
- Coroa da Vida, para os que foram fiéis, mesmo nas horas mais difíceis, e não recuaram em face da morte. ( Tg 1:12; Ap 2:10).
- Coroa de Glória, para os que agiram com humildade e submissão. (1Pe 5:4).
- Coroa da Justiça, para aqueles que ansiosamente aguardavam a vinda de Cristo. (2Tm 4:8).
- Coroa da alegria, para os ganhadores de almas. (Fp 4:1; 1Ts 2:19,20).
- Coroa incorruptível, para aqueles que venceram a carne, sujeitando-se a Deus. (1Co 9:25-27).
Qual o discípulo que não era Galileu?
Judas Iscariotes.
É chamado de Iscariotes, por ser natural de Queriote, cidade situada ao sul da Judéia, portanto, o único que não era da Galiléia (Js 15:25).
Judas era, ou não, predestinado á perdição?
Quando se fala em Judas Iscariotes, surgem opiniões de todo lado. Jesus escolheu seus discípulos após uma noite inteira de oração, inclusive Judas (Lc 6:12-14). Ele não foi escolhido para ser traidor, e sim, um apóstolo. O fato é que aos poucos, como acontece com todos que se desviam, foi se transformando, vestindo aos poucos a capa da traição. O único com sotaque sulino, talvez se sentiu humilhado, discriminado, magoado, etc. Ninguém se torna traidor da noite para o dia. Há sempre alguns passos preliminares, passos que levam ao desastre.
As Escrituras já haviam profetizado que um deles trairia Jesus. Mas, será que precisava ser Judas? Judas deixou-se dominar, ele se entregou aos convites discretos de satanás e não procurou se arrepender, mas traiu Jesus com trinta moedas de prata que era o preço de um escravo da época.Infelizmente morreu por enforcado. Arrebentou-se ao meio e suas vísceras foram derramadas (At 1:18)
Qual a origem do nome protestante?
Martinho Lutero, descobriu que para ganhar o perdão de Deus, é somente ter fé nEle, sem precisar se castigar. Aprofundado em seus estudos, seus ensinamentos, difundiram pela Alemanha e acirrou uma disputa entre os nobres e príncipes e o império dos Habsburgos, apoiado pela igreja católica e apoiava boa parte das terras alemãs e outros.
Baseados na doutrina de Lutero, os cavaleiros alemães lutavam para tomar os bens da igreja do domínio dos Habsburgo. Carlos V tentou colocar fim a esta agitação. Ele tentou forçar a submissão dos nobres alemães ao catolicismo. Os nobres protestaram, o que originou o novo nome da religião luterana: Protestantes.
Quem foi Lutero e qual o objetivo e finalidade da Reforma?
Martinho Lutero,nasceu na Alemanha, foi monge da ordem dos monges Agostiniano. Preocupava-se muito com o perdão de Deus decepcionado com a corrupção que constatara no alto clero. Concluiu que o homem só se pode salvar pela fé incondicional em Deus, não pelas indulgencias compradas, a fim de arrecadar fundos para financiar a reconstrução da Basílica de São Pedro, o papa Leao X havia permitido o perdão dos pecados a todos que contribuíssem financeiramente com a igreja.
A Reforma = Em 1517, a campanha das indulgencia estava a todo vapor. Lutero fixou 95 teses, condenando o uso das indulgencias. O papa Leao X ameaçou Lutero de excomunhão. Já era tarde. As teses já haviam sido distribuídas por toda  Alemanha. Com suas teses Martinho Lutero cria a Reforma. E sua reforma conquista todo o mundo, suas idéias atingiram rapidamente o povo, que aprenderam que não precisa pagar para ir ao céu, bastava somente crer em Deus e viver pela fé.

Biografia de Jefté

Jefté pertencia à tribo de Manassés e era o filho primogênito de Gileade. Em hebraico, a palavra “Jefté” significa “Que Deus abra!”. Em aramaico significa “Deus abriu!”. Ele foi o 11º juiz de Israel (Números 26.19; Juízes 11.1).

Jefté foi juiz de Israel durante seis anos, ou seja, de 1.173 a 1.167 AC, no período em que Eli era o sacerdote de Israel e que o jovem Samuel se preparava para ser o próximo profeta daquele reino (Juízes 11.26; 12.7).

Antes de casar-se com Gileade, a mãe de Jefté fora prostituta em Israel. Casada, deixou a prostituição e passou a ser a segunda esposa de Gileade. Foi quando Jefté nasceu.

Quando Gileade morreu, os meios-irmãos de Jefté, filhos da esposa primária do Gileade, o expulsaram da tribo, temendo que ele viesse a herdar tudo o que o pai deixara, em razão dele ser o primogênito (Deuteronômio 21.15-17).

Quando Jefté foi expulso por seus meios-irmãos, passou a morar na terra de Tobe, região ao leste de sua tribo, fora dos limites de Israel. Nessa fronteira, Jefté ficou vulnerável aos ataques dos amonitas, povo inimigo de Israel, liderado pelo rei Amom. Mas, de tanto repelir esses ataques, Jefté tornou-se um grande guerreiro.
Não demorou muito e se juntaram a Jefté homens tornados ociosos e desempregados pelos ataques dos amonitas, formando assim um exército de mercenários, tendo Jefté como líder (Juízes 11.3).
As famílias que viviam no território ao leste do rio Jordão, em especial as pertencentes às tribos de Rubem, de Gade e de Manassés eram formadas por criadores de gado. E, por essa razão, os ataques dos amonitas haviam tirado os bens e o meio de vida dessas famílias (Juízes 10.6-10).
Enquanto a nação de Israel se enfraquecia, os amonitas e as outras nações circunvizinhas se fortaleciam. Por 18 anos Israel foi explorada pelas nações estrangeiras. O povo de Israel se voltou para a idolatria, adorando falsos deuses e ídolos pagãos, incorrendo assim na ira do Senhor Deus. Até que o rei Amom decidiu subjugar de vez o povo de Israel e preparou-se para uma invasão em grande escala (Juízes 10.7-17; 11.4).
Com isso, Israel congregou-se na região de Mispá. Os meios-irmãos de Jefté eram os líderes de suas famílias, e precisavam de um comandante experiente e de uma liderança abalizada. Então, resolveram apelar para que Jefté se tornasse o general das tropas israelitas, pois ele já era conhecido pela sua bravura e pela sua sagacidade como comandante militar. Jefté aceitou o convite, com a condição de que seria o governante maior de Israel quando terminasse o conflito. Assim, tornou-se o principal líder militar da nação (Juízes 11.1-31).
A fim de garantir a sua vitória contra os amonitas, Jefté fez um voto a Deus, que está registrado no texto de Juízes 11.30-40. Porém esse voto de Jefté demonstrou ser um voto apressado, senão totalmente desastrado. No entanto, foi um voto sacrificial e teria que ser cumprido. Nesse caso, Jefté votou (prometeu) que se Deus lhe desse a vitória total sobre os exércitos amonitas, ele ofereceria em holocausto a Deus a primeira pessoa (ou animal) que lhe viesse ao encontro na sua volta para casa
E quem lhe veio ao encontro da sua volta para casa? A sua filha única, com adufes e danças. E, Jefté muito se arrependeu de seu voto apressado..
Vencidos os amonitas, Jefté tornou-se o governante maior de toda a Israel. No entanto, os efraimitas (da tribo de Efraim), que se consideravam os dominantes de toda a região norte de Israel, recusaram-se orgulhosamente de reconhecer Jefté como o líder principal, e procuraram justificar-se, inventando uma acusação falsa de que Jefté não os havia convocado para a guerra contra os amonitas. E, por essa razão, diziam-se ofendidos com ele. Então, ameaçaram queimar a casa de Jefté, com todos os seus familiares dentro (Juízes 12.1).

Como se não bastasse, os efraimitas ainda zombavam de Jefté, relembrando a sua expulsão de casa pelos seus meios-irmãos, quando da morte de seu pai (Juízes 12.2-4).

Na luta que se seguiu, os efraimitas foram derrotados e desbaratados pelas tropas de Jefté, que cercaram toda a região norte de Israel, onde moravam os efraimitas.

Para evitar que os efraimitas fugissem ao cerco ou se infiltrassem entre os soldados de Jefté, foi criada uma senha, ou palavra de passe, que deveria ser corretamente pronunciada quando solicitada. A palavra era “Schimbolet” em hebraico ou “Ximbolete” em aramaico. Assim, quando alguém tentava atravessar o rio Jordão ou passar pelas suas margens, e não era reconhecido pelos soldados de Jefté, lhe era cobrada a senha. Se não soubesse pronunciar corretamente a senha, era considerado espião e degolado em seguida.

Assim, os efraimitas em fuga, durante seu conflito com Jefté, traíam-se às sentinelas do exército de Jefté, nos vaus do rio Jordão, por não pronunciarem corretamente o som inicial de “sch” ou “xi” desta senha. Eles diziam “Simbolete” ou “Quimbolete” (Juízes 12.4-6). 

Assim, tornou-se evidente que havia alguma variação de pronúncia entre as tribos, assim como também em tempos posteriores, os da Galiléia tinham um sotaque diferente dos da Judéia (Mateus 26.73; Lucas 22.59). E, assim por diante.

A palavra “Ximbolete” significa “espiga”, em aramaico. Em hebraico, “Schimbolet” significa “curso d’água”. 

Débora, juíza e profetisa de Israel

Débora ocupa um lugar de destaque nas Escrituras. Foi uma profetisa -- também era mulher casada com Lapidote e juíza em Israel. Ela foi uma exceção à regra, mas a exceção comprova a regra. Seu “Tribunal” ficava debaixo de uma palmeira, entre Rama e Betel no território de Efraim, a tribo líder do norte. Os juízes antigos julgavam as questões do povo junto às portas das cidades, ou num lugar público e determinado, e todos iam ali levar as suas queixas e receber as decisões, que eram inapeláveis. Não havia os rigores modernos de uma judicatura pomposa e custosa. Tudo era muito simples. De qualquer maneira temos agora uma mulher feita juíza em Israel.

O Cântico de Débora (5.1-32).
É a peça literária mais antiga e a mais famosa que nos veio dos velhos tempos. A juíza e profetisa era também poetisa. Mulher admirável. Os críticos da Bíblia param junto deste monumento literário, para render suas homenagens a uma mulher israelita. Este cântico, escrito sem dúvida por ela mesma, foi preservado integralmente, até ao tempo quando foi redigido o livro de Juízes e foi incorporado ao mesmo. Além de reter um dos períodos mais críticos da experiência israelita, dá-nos a medida da cultura de uma época tida como Idade Média dos Judeus.
Débora nos ensina que devemos despertar do sono da indolência e do conformismo.
“Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico; levanta-te Baraque, e leva presos os teus cativos, tu, filho de Abinoão” (Jz 5.12).
Jabim, rei de Canaã, oprimia os israelitas por 20 anos. Eles eram temidos por suas 900 carruagens de ferro (Israel deveria ter destruído esse povo no passado). Somente depois de 20 anos de opressão, foi que o povo de Israel resolveu clamar ao Senhor. Eles não confiavam no Senhor e sim em suas próprias forças.
A confiança no homem era tão grande que Baraque disse para Débora: “Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei” (v.8).
Mas, Débora confiava na força divina e não na humana: “Por ventura o Senhor Deus de Israel não deu ordens?” (v.6)
Precisamos sair do estado de inércia, apatia, indiferença, inatividade para começarmos agir. O despertar na Bíblia tem o sentido de readquirir força. Despertar é agir na força do Senhor!
Elias em seu desânimo disse: “Ó Senhor, toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (…) “O anjo tocou-o e disse: Levanta-te e come (…) porque te será muito longo o caminho” (v.7). (…) com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites (v.8).
“Levantai-vos, e andai porque não será aqui o vosso descanso, por causa da corrupção que destrói” (Mq 2.10).
“Já é hora de despertarmos do sono!” “A noite é passada’. É de noite que se dorme. “E o dia é chegado” – É hora de acordar!

QUAL O CONTEXTO HISTÓRICO E RELIGIOSO DESSA ÉPOCA:
Período de incerteza, por causa da rebeldia do povo que já estava em um ciclo vicioso (serviam a Deus – caíam na idolatria – eram escravizados – clamavam a Deus – eram libertos – serviam a Deus – recaíam na idolatria…).Este período nos revela o declínio espiritual e moral das tribos, após se estabelecerem na terra prometida, nos deixando claro as desavenças que o povo de Israel sofria quando se esquecia do concerto do Senhor, procurando servir a outros deuses.


AS CARACTERÍSTICAS DO CARÁTER DE DÉBORA:
1. Possuía habilidades especiais como mediadora, conselheira e consultora (Jz 4:4)
2. Chamada para liderar, dispôs-se a planejar, dirigir e delegar (Jz 4:9,14)
3. Determinada e audaciosa (Jz 4:6,9)
4. Era sensível à voz do Senhor e mantinha íntima comunhão com Ele (Jz 4:6,14)
5. Possuía amor altruísta pelos seus irmãos e compatriotas (Jz 5:7)
6. Reconhecia a Deus como o segredo de suas conquistas (Jz 5: 12, 13).

A vida de Débora nos ensina grandes lições, mostrando- nos que devemos estar sempre disponíveis ao serviço do Senhor e do nosso próximo, excluindo de nossa vida o individualismo que tanto impede a comunhão entre os irmãos, a confiar no Senhor sem reservas, dando o melhor de nós na sua causa, mantendo acima de tudo uma íntima comunhão com Deus que era o segredo mais profundo do sucesso de Débora.


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